sexta-feira, 16 de junho de 2017

POR QUE INSERIR EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS?

A situação financeira de um colaborador e sua motivação estão diretamente ligadas. Todo mundo tem problemas, no entanto, quando são de aspecto financeiro, o assunto perturba o bem-estar do indivíduo e acaba interferindo em sua produtividade no trabalho e, assim, prejudicando também as empresas.


Para evitar esse reflexo negativo, as empresas devem investir em Educação Financeira para os funcionários. Faltas constantes, pedidos de adiantamento e empréstimos e até furtos são alguns dos sinais do desequilíbrio financeiro, o que pode comprometer as atividades da área e a rentabilidade da instituição, se transformando em um ciclo sem fim.
Vale ressaltar que não adianta dar aumento de salário, benefícios e auxílios sem orientá-los como administrar os seus ganhos. Eles precisam conseguir poupar para os seus sonhos e objetivos e ajustar o seu padrão de vida à sua situação financeira. Dessa forma, as finanças serão um problema a menos na cabeça do colaborador.
Outro tópico que deve ser abordado é sobre aposentadoria. A maioria dos trabalhadores não possui uma previdência privada, o que é grave, pois depender apenas do INSS não garante uma vida tranquila e independente financeiramente. É preciso alertá-los da importância desse assunto o mais rápido possível.
O departamento de Recursos Humanos deve fazer esse trabalho, combatendo a causa para diminuir os efeitos. Para isso, é necessário desmistificar o processo de educação financeira, já que muitos possuem a percepção errônea de seu significado.
Deve-se explicar aos colaboradores que, para se educarem financeiramente, é necessário passar por uma mudança de hábitos e costumes, ou seja, de comportamento com relação ao uso do dinheiro.
Veja algumas orientações para as empresas iniciarem um programa de educação financeira:
1. Não entenda Programa de Educação Financeira para Empresas como palestras de finanças pessoais ou cursos de investimentos;
2. Trate Educação Financeira como responsabilidade social na empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa;
3. Adote critérios e oriente o funcionário antes de disponibilizar crédito consignado. É importante que o empréstimo seja consciente, para que realmente o ajude a solucionar o problema. Muitas vezes, é um alívio imediato, mas que, em poucos meses, se torna um problema ainda maior, principalmente porque seus ganhos líquidos mensais serão reduzidos em, aproximadamente, 30%;
4. Procure um programa estruturado de educação financeira, que possa se adequar facilmente aos diferentes perfis de necessidade da empresa e dos funcionários;
5. Crie campanhas de conscientização e de mudança de hábitos e costumes em relação à utilização do dinheiro;
6. Antes de decidir por um programa de educação financeira, analise toda a sua estrutura, como tempo, método, material de apoio e disponibilidade dos funcionários;
7. A educação financeira independe do salário do colaborador. Os problemas podem ocorrer, até mesmo, nos maiores salários da empresa;
8. O problema da falta de educação financeira já está intrínseco em nossa sociedade. Sendo assim, não é culpa do trabalhador;
9. A empresa que investe em um programa de educação financeira também ganha, visto que seus colaboradores trabalham com mais prazer, mais tranquilidade e buscando crescimento, pois retomam a consciência de ter objetivos;
10. Oriente os funcionários a combaterem a causa do problema financeiro e não apenas os efeitos.

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paulo.costa@dsop.com.br - WhatsApp:  (27) 99297-4771

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