sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Qual o primeiro passo para Investir com Segurança no Tesouro Direto?

TESOURO DIRETO, A POUPANÇA DO SÉCULO XXI

Provavelmente você já deve ter ouvido falar no Tesouro Direto, a nova poupança do século XXI. Isso mesmo os maiores especialistas de finanças já consideram que o Tesouro Direto se transformou na Poupança do século XXI.
Nesse artigo quero falar sobre o investimento mais seguro e procurado por milhares de pessoas, um investimento que você pode resgatar a qualquer momento e que nos últimos 12 meses rendeu mais de 40% ao ano. Por falar nisso, você sabe quanto rendeu seu dinheiro na poupança? Deixe eu te contar, menos de 8% ao ano. Então leia esse artigo e entenda como você pode fazer o dinheiro trabalhar a seu favor.

Qual o primeiro passo para Investir com Segurança no Tesouro Direto?

Para investir no Tesouro Direto, o primeiro passo é criar uma conta em uma instituição financeira que esteja habilitada para fazer as operações no Tesouro Direto, são os chamados de “agentes de custódia” dos títulos que você vai comprar.
Esses agentes de custódia são as corretoras de valores ou bancos. Minha recomendação é que você escolha as corretoras, pois apresentam as melhores taxas de administração que podem variar de 0% a até 2%. Nesse caso, escolha uma corretora taxa zero.
As corretoras apresentam muitos pontos positivos quando comparadas com os bancos, por exemplo, menos burocracia, mais relação com os investidores (cursos, analises e suporte) e claro as menores taxas de administração. Podemos dizer que existe de forma mais clara a política de “ganha-ganha”, enquanto nos bancos….

Quais os tipos de Títulos Públicos mais procurados?

Aprenda um pouco dos principais títulos públicos.
Tesouro Prefixado (LTN) – esse título apresenta uma rentabilidade prefixada, ou seja, sua taxa permanece a mesma até a data de venda do seu título. Isso significa que você já sabe quanto irá receber no momento da compra.
Recomendação: Esses títulos são indicados se você acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia (Selic). Então no momento da compra será necessário analisar a taxa Selic.
Tesouro Selic (LFT) – Título atrelado com rentabilidade diária à taxa Selic. Quando se investe no Tesouro Selic, você não sabe com certeza quanto ganhará na data do resgate, isso porque sua rentabilidade vai depender da taxa básica de juros. Se a taxa subir, você ganha mais, no entanto se a taxa cair, você vai ganhar menos, mas sempre ganha! Lembre-se: perde apenas sua rentabilidade e não no valor investido.
Recomendação: Esse título é recomendado para o investidor que deseja uma rentabilidade pós-fixada indexada à taxa de juros da economia (Selic), onde acredita que a tendência da taxa Selic é de elevação, já que a rentabilidade desse título é indexada à taxa de juros básica da economia. Uma observação muito importante, o Tesouro Selic é o título que evita qualquer tipo de perda caso o investir deseja vender o título antecipado.
Tesouro IPCA + (NTN-B) – Títulos que proporcionam ao investidor uma rentabilidade real, pois paga uma parte de taxa fixa + IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), ou seja, aumento no poder de compra.
Recomendação: Indicado para o investidor que deseja uma rentabilidade pós-fixada indexada ao IPCA, que deseja fazer poupança de médio/longo prazos, inclusive para aposentadoria, compra de casa própria, etc.
Traz mais conforto ao investidor, pois suprime a preocupação e o trabalho necessários aos reinvestimentos, e reduz o custo de transação;

Considerações Finais

O Tesouro Direto é o investimento mais seguro em Renda Fixa do Brasil, você pode fazer aplicações a partir de R$30,00 e sem nenhuma taxa de administração, o que torna o investimento que supera todas as “ofertas” do gerente do seu banco.
Então, comece hoje mesmo a investir no Tesouro Direto.
Mas lembre-se: Não trabalhe por dinheiro. Pessoas valem mais do que coisas. No meio de tudo isso, o dinheiro é o meio para realizar seus sonhos, e a quantidade de dinheiro desejado ou necessário será proporcional à sua competência de administrar o pouco que você acha que tem no momento. Quando o dinheiro chegar, desfrute-o, faça literalmente o dinheiro trabalhar para você e vez de você ser escravo dele.
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Autor do artigo: Meu amigo Anderson Gonçalves, Educador Financeiro
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sábado, 17 de setembro de 2016

Você sabe fazer uma boa compra?

5 passos para fazer uma boa compra

Você sabe fazer uma boa compra? Compra apenas aquilo que realmente precisa ou também algumas coisas que são supérfluas? Gasta apenas o dinheiro que tem ou sempre recorre ao cartão de crédito?
O mestre em Educação Financeira Reinaldo Domingos apresenta cinco passos para realizar uma boa compra e, assim, fugir da inadimplência. Confira:

1. Responda: você quer ou você precisa?

Antes de comprar qualquer coisa que deseja, faça a si mesmo algumas perguntas, como: "Eu realmente preciso disto?", “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer estes questionamentos você perceberá o quantoadquire produtos por impulso e gasta mais do que realmente pode.

2. Sempre saiba o quanto você pode gastar

É sempre importante saber detalhes do seu orçamento, uma vez que só assim você saberá se poderá se comprometer com o valor de uma compra. Acredite ou não, mas muita gente sequer sabe o quanto recebe exatamente por mês e isso é bastante perigoso, já que se você não sabe quanto ganha, não saberá também o limite do quanto pode gastar e muito menos poderá fazer um planejamento adequado.

3. Saiba para onde vai o seu dinheiro

É essencial saber detalhadamente para onde vai cada centavo do seu dinheiro. Para isso, durante 30 dias, anote todos os gastos que fizer – inclusive os de menor valor,como cafezinhos e gorjetas –, separando-os em categorias. Por exemplo: restaurante, vestuário, carro, guloseimas, etc. Dessa maneira, será fácil identificar com o que se está gastando e poderá realizar os ajustes necessários (redução ou até mesmo corte). Muitas vezes, o desequilíbrio financeiro vem das despesas de menor valor, que não costumamos dar importância.

4. Crie o hábito de poupar

Um dos hábitos mais saúdaveis, quando falamos em Educação Financeira, é o de pagar suas compras à vista. Pesquise preços e junte seu dinheiro por determinado período, sem recorrer ao crédito. Além de conseguir um preço melhor por conta de descontos, evitará acumular parcelas que nunca acabam e comprometem o orçamento financeiro de boa parte do ano.

5. Sonhe

Sim, é exatamente isso: sonhe. Sabe por que? Porque sonhar mais ajuda a evitar o endividamento e a inadimplência. E faz sentido, já que, quando temos objetivos bem definidos, adquirimos foco e disciplina para gastar menos com coisas supérfluas do dia a dia, que não agregam valor à vida. São os sonhos que nos movem e eles são a chave para uma mudança de postura em relação ao consumo. Com eles aprendemos a priorizar.
E então, já sabe como fazer uma boa compra? Que tal agora investir em Educação Financeira e ser mais próspero e sustentável financeiramente?

Conheça uma Metodologia capaz de transformar a sua vida para melhor!

Deixe abaixo o seu comentário, dúvidas e perguntas
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

5 passos para fugir de vez da inadimplência

Você está endividado? Não consegue mais pagar as suas contas? 

Os juros das suas dívidas estão aumentando cada vez mais?

Calma, você não é o único nessa situação. De acordo com pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de brasileiros negativados atingiu 58,9 milhões no último mês de julho, o que representa 39,57% da população adulta do país. É um dado preocupante, uma vez que a economia como um todo não está em sua melhor fase.
Há diversos motivos que causam a inadimplência, mas é possível se livrar deste problema. Com o intuito de colaborar com algumas orientações sobre o tema, o mestre em Educação Financeira Reinaldo Domingos apresenta cinco passos para fugir da inadimplência e nunca mais voltar para essa situação.

1. Questione-se

Antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas que você adquire apenas por impulsividade, gastando além do que pode.

2. Tenha ciência dos números

Só é possível saber se você pode se comprometer com o valor de uma compra a partir do momento em que sabe os detalhes de seu orçamento. Parece estranho, mas muita gente não sabe exatamente quanto ganha por mês, especialmente aqueles que possuem renda variável. Isso é muito perigoso, uma vez que, se não sabe quanto ganha, não sabe o limite de quanto pode gastar e muito menos pode fazer um planejamento adequado.

3. Faça um apontamento de despesas

Durante 30 dias, anote todos os gastos que fizer – inclusive os de menor valor, como cafezinhos e gorjetas –, separando-os em categorias. Por exemplo: restaurante, vestuário, carro, guloseimas, etc. Dessa maneira, será fácil identificar com o que se está gastando e poderá realizar os ajustes necessários (redução ou até mesmo corte). Muitas vezes, o desequilíbrio financeiro vem das despesas de menor valor, que não costumamos dar importância.

4. Poupe primeiro, compre depois

Um hábito que a maioria das pessoas não tem é o de guardar dinheiro antes de gastar. Tem algo em mente que quer comprar? Ótimo, pesquise preço e comece a juntar recursos para conseguir pagar à vista. Além de conseguir um preço melhor por conta de descontos, evitará acumular parcelas que nunca acabam e comprometem o orçamento financeiro de boa parte do ano.

5. Sonhe mais!

É isso mesmo: sonhar mais ajuda a evitar endividamento e inadimplência. Faz sentido, porque, quando temos objetivos bem definidos, adquirimos foco e disciplina para gastar menos com coisas supérfluas do dia a dia, que não agregam valor à vida. São os sonhos que nos movem e eles são a chave para uma mudança de postura em relação ao consumo. Com eles aprendemos a priorizar.
Agora é com você que já sabe que é possível deixar de ser inadimplente e sanar todas as suas dívidas. Mas não se contente só com sair dessa situação. Você pode muito mais!

Chegou a hora de você realizar todos os seus sonhos! Conheça uma Metodologia capaz de transformar a sua vida e torná-lo ainda mais feliz!

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sábado, 10 de setembro de 2016

10 ações em casa para vencer à crise

Confira orientações de economia em casa para sobreviver à crise econômica

A crise está assustando os brasileiros, são constantes dados negativos, como aumento do desemprego, alta dos preços e do endividamento. A situação apenas reforça a necessidade de se ter educação financeira, colocando em prática ações de economia em casa e de reavaliação do padrão de vida das famílias.
Quer reorganizar as finanças? Confira as 10 dicas de Reinaldo Domingos, educador financeiro.
1. Os gastos de energia elétrica são um dos que mais apresentam excessos; basta pensar em quanto tempo usa o chuveiro e quantas vezes deixa as luzes ligadas ou a geladeira aberta. Sem contar no uso de televisão e de computador. Por isso, vale a pena agir com mais cautela, pois reduzir essa despesa representará uma economia substancial no final do mês;
2. O uso de telefone também deve ser repensado, fazendo uma análise entre os valores do fixo e do celular. É preciso comparar o valor das tarifas sempre que possível. A opção deve ser pela menos custosa e não pela mais prática;
3. A reciclagem de produtos também deve ser priorizada. O desperdício é recorrente, portanto, é possível reciclar desde alimentos até roupas e materiais escolares, sem perder a qualidade;
4. Reflita melhor sobre as compras de roupas, eletrônicos, etc.; muitas dessas são feitas por impulso, sem que se tenha uma real necessidade. Sempre falo que é interessante deixar a compra para o dia seguinte, e só efetivar se realmente for relevante;
5. Antes de ir ao supermercado, faça uma lista de compras. Tenha também cuidado com as “promoções”. Quantas vezes compramos o famoso “pague dois e leve três” e acabamos perdendo produto por causa de validade e, consequentemente, perdendo dinheiro;
6. Compare os preços quando for às compras. Seja em lojas, supermercados ou até restaurantes; é fundamental que se faça essa comparação, pois as variações são, muitas vezes, consideráveis. Evite produtos de “grife”, uma vez que nem sempre representam um produto de qualidade superior, mas apenas status;
7. Busque soluções de lazer mais econômicas, é possível se divertir sem gastar muito. Reserve para ir em locais mais caros em ocasiões especiais;
8. Economize ao utilizar o veículo. Não é necessário fazer tudo de carro; andar pode ser saudável e econômico. Além disso, é importante manter o carro revisado para que imprevistos não estourem as finanças;
9. Valorize o que possui, se preocupe com a organização e cuidado com os bens materiais, muitos gastos extras são ocasionados por descuido ou desleixo, que ocasionam quebras e perdas, criando necessidade de reposição;
10. Na utilização de gás e água, também é possível economizar. Evite deixar o fogo, o chuveiro e as torneiras ligadas sem necessidade e busque reutilizar a água sempre que possível.
A crise econômica tem afetado o seu bolso? Suas finanças estão comprometidas por causa das dívidas?

Saia de vez dessa situação! No Curso DSOP de Educação Financeira Você muda o seu comportamento com relação ao uso do dinheiro!

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

5 duras verdades que você deveria aceitar para enriquecer

Ser rico está fora do seu alcance, investir é chato demais e o seu cartão de crédito é uma extensão da sua carteira. Até quando você vai acreditar nessas mentiras?
Enquanto não aceitar certas verdades, por mais duras que pareçam, continuará perdendo o sono por causa de dinheiro. Então, encare de uma vez a realidade descrita em cinco pontos abaixo (nada tão assustador assim) e se aproxime dos seus objetivos na vida.
1. Ninguém se importa mais com o seu dinheiro do que você
Até para ganhar na Mega-Sena você precisa ir até a lotérica, comprar o bilhete, escolher os números (ou solicitar que o sistema faça isso por você), torcer muito e acompanhar o resultado. Se não fizer tudo isso, nem adianta reclamar que nunca ganha nada.
“Não vai surgir um salvador, um chefe bondoso ou uma herança que vão salvar suas finanças. É você que tem que assumir esse papel”, incentiva o coach Bruno Gimenes, autor do livro Conexão com a Prosperidade.
Para isso, é preciso sair da posição de espectador e treinar, como um jogador olímpico. No início, o processo deorganizar as finanças pode ser mais difícil, mas ele se torna mais natural com o tempo.
O auto-controle financeiro passa por uma mudança de atitude emocional, como destaca o coach Sílvio Bianchi, daDSOP Educação Financeira. “Afinal, quem está no controle da sua vida? Seu cônjuge, seu chefe ou você?”, questiona.
2. Só dinheiro não faz ninguém feliz, mas ele traz, sim, felicidade
Não é um número na sua conta bancária que vai preencher seu vazio existencial. Inclusive, quem valoriza tempo em vez de dinheiro pode ser mais feliz, segundo uma pesquisa recente realizada pela Universidade da Pensilvânia e pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA).
Mas o fato é que, racionalmente falando, você precisa dele para realizar objetivos e sonhos na vida. “Ao acumular patrimônio, você tem mais liberdade, pode trabalhar menos ou trabalhar no que sempre sonhou, porque já acumulou o suficiente”, destaca o educador financeiro Rafael Seabra, idealizador do blog Quero Ficar Rico.
Quando você usa o dinheiro da melhor forma, pode cuidar melhor da sua saúde e passar mais tempo perto das pessoas que você ama. “O problema é que as pessoas usam o dinheiro para se aprisionar. Ganham mais para comprar mais e depender do seu trabalho para manter seu padrão de vida”, explica Seabra.
3. Só tem um jeito de ser rico: ganhar mais do que gasta ou gastar menos do que ganha
Para os educadores financeiros, caminhar em direção à riqueza não é ter muito dinheiro, mas seguir um passo bem mais simples: ganhar mais do que se gasta.
O xis da questão é conseguir fazer sobrar um pouquinho de dinheiro no final do mês para investir e receber juros em troca, em vez de ter que pagar juros ao tomar empréstimos. “Se você não paga juros, mas também não recebe, está no caminho da pobreza”, diz o educador financeiro Robinson Trovó, fundador da Trovó Academy.
Para chegar lá, há dois caminhos: aumentar a sua renda ou poupar mais. Para gastar menos, comece montando um orçamento, com tudo o que você ganhou e gastou no último mês.
Aplicativos podem ajudar você nessa tarefa. Depois que enxergar tudo com mais clareza, faça uma faxina nos gastos. Escolha uma aplicação financeira para investir o que sobrar todo mês.
“Os investimentos parecem uma sopa de letrinhas complicada, mas é fácil e seguro investir por conta própria fora da poupança”, orienta Seabra. Aprenda a investir seguindo apenas cinco passos.
4. Cartão de crédito não é dinheiro
Gastar um dinheiro que você tem é bem diferente de gastar um dinheiro que você não tem, mas acha que terá. Esse é o problema do cartão de crédito. Só dá para usá-lo se você souber tim-tim por tim-tim do quanto virá na fatura, e se você tiver certeza que conseguirá pagá-la.
“É difícil usar o cartão de crédito sem caminhar para a pobreza, porque você precisa ter uma consciência financeira muito grande”, explica Trovó.
O limite do cartão de crédito não é para ser usado como uma forma de complementar a renda, porque você estará se enganando, gastando um dinheiro emprestado pelo banco, que não é seu.
Além disso, o banco cobra diversas taxas para você usar o cartão. Além das taxas de juros e da multa em caso de atraso no pagamento da fatura, há a anuidade e as taxas para saque e pagamento de contas, entre outras.
É preciso lembrar que os juros no rotativo do cartão de crédito são o principal vilão dos consumidores brasileiros, que estão enfrentando cada vez mais dificuldade para honrar essas dívidas —inclusive por isso a Abecs (associação das empresas de cartões) pretende reformular essa modalidade. Veja 7 erros comuns ao usar o cartão de crédito.
5. Para ser um idoso feliz e independente, é preciso se preparar
Vamos viver mais e melhor, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, uma criança nascida em 2015 pode esperar viver 20 anos mais do que se tivesse nascido há 50 anos, segundo o último Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde.
Ser idoso não vai mais significar ser dependente, como era antigamente, mas ter qualidade de vida para se divertir. Para isso, você precisa se planejar, e é praticamente certo que a renda do INSS não dará conta de manter seu padrão de vida. “Brinco que INSS significa ‘Isso Nunca Será Suficiente’”, diz Bianchi.
Quanto antes você começar a investir para o futuro, melhor, pois além de poupar mais dinheiro, você ganha um rendimento maior com o efeito dos juros sobre juros no tempo. Não há um valor mínimo por mês recomendado, então o negócio é guardar o máximo que puder e não se preocupar se parece pouco.
Existem diversos tipos de investimento para a aposentadoria, entre eles previdência privada e títulos do Tesouro Direto.
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domingo, 4 de setembro de 2016

Você já pensa em sua aposentadoria?

Seis em cada 10 brasileiros não se planejam

Você já parou para pensar em como vai viver quando se aposentar? Já sabe como vai manter o seu padrão de vida? Você se planeja para quando chegar na melhor idade?

Apesar de ser um momento almejado por milhões de pessoas, os brasileiros têm vivido dificuldades para se planejar para a aposentadoria. Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), seis em cada dez pessoas não se preparam corretamente para se aposentar com tranquilidade.
Dentre os principais motivos citados para justificar o fato de não pensar no futuro estão a falta de recursos financeiros (32,7%) e o desconhecimento de como começar a poupar (19,6%).
Do total dos entrevistados, 74,1% contribuem para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), seja por meio da empresa em que trabalham ou como autônomos. Para os que vão além da contribuição à Previdência Social, o planejamento é realizado, principalmente, pela poupança (19,2%), seguida pela previdência privada (6,2%) e por investimentos em imóveis (6,1%).
Na visão da educadora financeira Teresa Tayra, Educadora Financeira DSOP e diretora da DSOP Unidade Santos, como a maioria das pessoas não teve a oportunidade de aprender esses conceitos durante a vida, é comum que não saibam da importância de se planejar no longo prazo para a aposentadoria. “Em um mundo consumista e com desejos imediatistas, o primeiro passo é conscientizar a sociedade de que as pessoas precisam se planejar para parar de trabalhar com sustentabilidade e não depender somente dos benefícios do INSS. Isso se faz com educação financeira”.
Teresa observa que as pessoas podem se educar “por meio da leitura de livros e artigos, além da participação em cursos e palestras, ou seja, o segredo é buscar informação sobre o assunto e começar a colocá-la em prática o quanto antes”.
PASSO A PASSO - Teresa afirma que o primeiro passo para começar o planejamento para a sonhada aposentadoria é fazer diagnóstico do padrão de vida que ela tem. “Esse passo é importante, pois, além de identificar a situação, a pessoa descobre que é possível definir um valor, mesmo que pequeno, para destinar à aposentadoria. Lembrando que aposentadoria é um sonho de longo prazo, isso significa que, apesar de um valor pequeno, o tempo joga a seu favor”.
Após o diagnóstico, segundo a educadora, é hora de se conscientizar da importância de um futuro sustentável. “A partir daí, é só definir o padrão de vida que se quer ter na aposentadoria, identificar o valor mensal que se destinará a esse propósito e fazer o cálculo da aposentadoria. Esse cálculo define o montante que se deve chegar para sua independência financeira, mediante informação de prazo e valor”, lista.
Teresa alerta, porém, que a aposentadoria pelo INSS é benefício inegável à população, mas que só ela não permite uma vida sustentável. “Fato comprovado pelo altíssimo índice dos aposentados que precisam de auxílio extra para se sustentarem. É necessário um recurso adicional, seja uma previdência privada ou outras aplicações financeiras”.

E você? Já está se preparando para a aposentadoria? Ou não consegue se organizar financeiramente para isso? Deixe a sua pergunta ou o seu comentário abaixo! Como posso lhe ajudar nesse assunto?

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