quinta-feira, 23 de junho de 2016

Qual a relação entre Educação Financeira e a produtividade de uma empresa?

Qual a relação entre Educação Financeira e a produtividade de uma empresa?

Com o momento em que o País vive, tratar sobre Educação Financeira é mais do que importante. Considerando a quantidade de pessoas endividadas e inadimplentes - mais de 58 milhões de consumidores estão com o nome sujo, de acordo com o SPC Brasil -, este tema se torna essencial.
Para melhorar essa situação, é necessário combater a causa do problema: o consumismo exacerbado. Facilidade de crédito, marketing publicitário e impulsividade fazem com que a pessoa compre coisas que muitas vezes são supérfluas, o que pode gerar endividamento.

Mas o que isso tem a ver com a sua empresa?

A preocupação com o dinheiro afeta diretamente a produtividade do colaborador de uma empresa. Pesquisas apontam que esse tipo de receio custa a alguns funcionários mais de duas semanas de trabalho por ano em produtividade.
De acordo com um estudo feito pela Willis Towers Watson, uma importante consultoria especializada na área de trabalho, funcionários que apontaram que a preocupação com dinheiro atrapalha ao realizar suas tarefas perderam 12,4 dias pelo presenteísmo em 2015.

O que é presenteísmo?

Você acorda cedo e vai ao trabalho, disposto a cumprir com o seu dever, mas não está totalmente funcional por questões de saúde ou de estresse. Isso é o que chamamos de presenteísmo – um problema que provoca mais perda de tempo do que as faltas por doenças.
Pode não parecer, mas isso reflete diretamente nos negócios de uma empresa. Você tem ideia do quanto sua corporação perde por conta da baixa produtividade e presenteísmo?

Como mudar essa situação?

A DSOP Educação Financeira tem a solução ideal para os seus colaboradores. Trata-se do Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas, um programa totalmente estruturado e flexível, ou seja, pode ser adaptado para as necessidades de sua empresa.
O objetivo é auxiliar e motivar as corporações e seus colaboradores para que possam reavaliar sua relação com o dinheiro e encontrar, por méritos próprios, os caminhos para a independência financeira.

Um empresário comentou: "E se eu treinar o meu empregado e ele sair?" Então eu perguntei: "E se você não treinar e ele ficar?"
www.paulocosta.com.br

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