quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Se você não ler isso hoje, vai se odiar daqui 49 anos.


Você provavelmente trabalhará 49 anos, ou 588 meses para ter uma aposentadoria integral. Aquela que você recebe 100% do seu salário, que se fosse hoje seria de R$880,00.

Você tem escolhas, pode entregar sua VIDA para o INSS cuidar ou escolher fazer sua aposentadoria sustentável, investindo todo mês o valor de 8% do seu salário no Tesouro Direto, por exemplo.

Acredito que com o andar da carruagem, o INSS estará cada vez mais falido, sem dinheiro e sem gestão competente, apesar de ter muito dinheiro no cofres. Mas você vai ficar sem o que fazer no final da vida, e muito provavelmente sua aposentadoria sirva apenas para comprar os remédios, se der é claro!

E qual a solução para tudo isso?
Exigir do governo mudanças? Sim, é dever dele cuidar bem da sociedade, mas pela história sabemos que não é bem assim que acontece. Então o que fazer?

É o momento para você entender e aprender que é você a pessoa que deve se preocupar com sua aposentadoria. Que é você a pessoa responsável por buscar a sustentabilidade financeira da sua família. Não entregue essa responsabilidade nas mãos do Governo (pode até ser função dele, mas não faz) e você não pode entregar uma vida, de trabalho suado, de entrega, e enriquecimento das empresas (que é justo) e você terminar sua vida mendigando uma aposentadoria do INSS.

INSS significa: Isso Nunca Será Suficiente, concorda?

Não sei exatamente quanto você ganha, mas fiz uma breve simulação, para uma pessoa que ganha hoje, apenas 01 salário mínimo, de R$880,00. Uma pessoa com esse salário contribui para o INSS com 8%, ou seja, cerca de R$70,40 mensais. Suponha que irá receber esse salário por toda vida. Após 49 anos (aposentadoria integral 100%) ou 588 meses, irá receber esse salário de aposentadoria.

Claro que, provavelmente o salário dessa pessoa vai aumentar, mas ela vai contribuir também de forma proporcional.
Mas para fins didáticos, suponha que permaneça com o mesmo salário.
Após 588 meses, você poderá se aposentar, de forma integral, recebendo 100% do seu salário (que pode variar ao longo da vida). Você que conhece alguém aposentado, sabe que o salário dessa pessoa, veio DIMINUINDO ao longo do tempo e hoje, uma pessoa aposentada não ganha o mesmo valor da época em que se aposentou. É isso que você sonhou para sua vida?

Agora suponha, que você escolha investir no Tesouro Direto (por exemplo) o mesmo valor que você contribui para o INSS, ou seja, R$70,40. Investindo esse valor todos os 588 meses, você terá um valor bruto acumulado aproximado de R$1.917.307,62 (quase 2 milhões de reais).

Isso mesmo produção!! Você leu certo, quase 2 milhões de reais. Com esse valor você pode se aposentar vivendo apenas de renda, que daria mais de R$18.000,00 de juros por mês.

O que você prefere?
1. Mendigar uma aposentadoria integral de 100% do seu salário, daqui há 49 anos?
2. Ter a sua própria aposentadoria sustentável no Tesouro Direto?

Na vida é uma questão de escolha e o seu futuro, depende das sua escolas de hoje. 
Então vá e faça o que precisa ser feito para ter uma aposentadoria digna.

Artigo escrito pelo amigo e Prof. Mestre Anderson Gonçalves

Não poderia deixar de compartilhar esse artigo com meus amigos e leitores.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Como planejar os seus rendimentos com o método dos potes

Como planejar os seus rendimentos com o método dos potes




Pote 1: Independência Financeira (10% do seu orçamento)
É o que garante a sua independência financeira. Este dinheiro deve ser usado para investir e você não deve gastá-lo até que sinta liberdade econômica. Mesmo neste caso, não vale a pena gastar esse dinheiro sempre, ele vai lhe ajudar a alcançar a sua liberdade financeira.
  

Pote 2: Realização de Sonhos (10% do seu orçamento)
Este valor é destinado a realização dos seus Sonhos de curto, médio e longo prazos, como uma televisão,  um carro, a casa própria e a aposentadoria. Equivale ao seu fundo de reserva e deve ser reabastecido constantemente.


Pote 3: Diversão (10% do seu orçamento)
Você pode gastar essa parte em compras que, em geral, não fazemos, por exemplo uma garrafa de vinho ou um restaurante mais caro. Use essa parte do dinheiro como quiser, para lhe proporcionar lazer e diversão.

Pote 4: Educação (10% do seu orçamento)
Este dinheiro deve ser usado com educação e crescimento pessoal. Lembre-se: você é o investimento mais importante. Use esse dinheiro para comprar livros, fazer cursos ou pagar inscrições em palestras e seminários.

Pote 5: Caridade e presentes (5% do seu orçamento)
Use este dinheiro para presentes de aniversário, casamento ou outras festas. Você também pode doar dinheiro para alguma ONG.                                                                

Pote 6: Este é destinado aos seus gastos diários e mensais (55% do seu orçamento)
O dinheiro deste pote está destinado aos gastos diários e pagamentos. Ele deve pagar gastos com aluguel, condomínio, alimentação, transporte, impostos, etc.


Claro, esses valores podem variar, de acordo com seus objetivos. Mas o mais importante é que você tenha sempre em mente a importância de se ter um planejamento.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Conheça 5 maneiras de se proteger contra gastos excessivos de férias.

1 Crie uma lista com seus planos - Saber o que você está comprando, quais itens você espera encontrar, e mais importante, o quanto você pretende gastar é essencial para um dia de compras bem sucedido. Se comprometer com antecedência, para manter o seu plano, e ter responsabilidade para que seus planos não saiam da linha, pois as férias irão chegar, então não seja pego desprevenido e mantenha o controle das finanças.

2 Saiba se você está endividado atualmente - Rever todas as obrigações de dívidas existentes, e calcular o que você já gastou e se comprometer a pagar. Esta verificação da realidade pode colocar um amortecedor temporário no seu clima de férias, mas isso é melhor do que cavar o buraco financeiro ainda mais profundo.

3 Encontrar as melhores ofertas em casa - Loja de casa (pesquisa na internet) antes de ir para as lojas. Comparar preços on-line, bem como circulares locais de vendas em sua área. Esteja ciente das restrições de tempo, como alguns preços só podem ser aplicados durante determinados períodos de tempo ao longo do dia. Uma vez que o shopping real começa, indo diretamente para a loja que tem o seu item a um bom preço vai lhe poupar tempo, energia, dinheiro e frustração.

4 Remova todos os cartões desnecessários de sua carteira - Espalhar compras em vários cartões faz você se sentir como se você estivesse comprando menos e pode induzi-lo a gastos excessivos. Designar um cartão para passar férias, e remover todos os outros de sua carteira é um ótimo passo para que suas férias sejam um sucesso. Isto não só irá te ajudar a ficar dentro do seu orçamento, mas também irá diminuir os danos em caso de perda ou roubo.

5 Cuidado com ofertas especiais de cartão de crédito - As ofertas são tentadoras para os consumidores, oferecendo incentivos, como as chamadas: 10 vezes sem juros, regalias extras por cumprimento de certos níveis de gastos e aumento dinheiro de volta em categorias específicas. No entanto, nenhum acordo é um bom negócio se você não precisa ou não pode pagar por aquilo.
Compradores responsáveis não ​​irão comprometer a gastar mais do que o que eles podem pagar se não puderem quitar a fatura total quando a conta chega, independentemente de quantos bônus são anexados.

Procure sempre comprar á vista, você pode ganhar um bom desconto nos seus gastos de férias.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Qual o primeiro passo para Investir com Segurança no Tesouro Direto?

TESOURO DIRETO, A POUPANÇA DO SÉCULO XXI

Provavelmente você já deve ter ouvido falar no Tesouro Direto, a nova poupança do século XXI. Isso mesmo os maiores especialistas de finanças já consideram que o Tesouro Direto se transformou na Poupança do século XXI.
Nesse artigo quero falar sobre o investimento mais seguro e procurado por milhares de pessoas, um investimento que você pode resgatar a qualquer momento e que nos últimos 12 meses rendeu mais de 40% ao ano. Por falar nisso, você sabe quanto rendeu seu dinheiro na poupança? Deixe eu te contar, menos de 8% ao ano. Então leia esse artigo e entenda como você pode fazer o dinheiro trabalhar a seu favor.

Qual o primeiro passo para Investir com Segurança no Tesouro Direto?

Para investir no Tesouro Direto, o primeiro passo é criar uma conta em uma instituição financeira que esteja habilitada para fazer as operações no Tesouro Direto, são os chamados de “agentes de custódia” dos títulos que você vai comprar.
Esses agentes de custódia são as corretoras de valores ou bancos. Minha recomendação é que você escolha as corretoras, pois apresentam as melhores taxas de administração que podem variar de 0% a até 2%. Nesse caso, escolha uma corretora taxa zero.
As corretoras apresentam muitos pontos positivos quando comparadas com os bancos, por exemplo, menos burocracia, mais relação com os investidores (cursos, analises e suporte) e claro as menores taxas de administração. Podemos dizer que existe de forma mais clara a política de “ganha-ganha”, enquanto nos bancos….

Quais os tipos de Títulos Públicos mais procurados?

Aprenda um pouco dos principais títulos públicos.
Tesouro Prefixado (LTN) – esse título apresenta uma rentabilidade prefixada, ou seja, sua taxa permanece a mesma até a data de venda do seu título. Isso significa que você já sabe quanto irá receber no momento da compra.
Recomendação: Esses títulos são indicados se você acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia (Selic). Então no momento da compra será necessário analisar a taxa Selic.
Tesouro Selic (LFT) – Título atrelado com rentabilidade diária à taxa Selic. Quando se investe no Tesouro Selic, você não sabe com certeza quanto ganhará na data do resgate, isso porque sua rentabilidade vai depender da taxa básica de juros. Se a taxa subir, você ganha mais, no entanto se a taxa cair, você vai ganhar menos, mas sempre ganha! Lembre-se: perde apenas sua rentabilidade e não no valor investido.
Recomendação: Esse título é recomendado para o investidor que deseja uma rentabilidade pós-fixada indexada à taxa de juros da economia (Selic), onde acredita que a tendência da taxa Selic é de elevação, já que a rentabilidade desse título é indexada à taxa de juros básica da economia. Uma observação muito importante, o Tesouro Selic é o título que evita qualquer tipo de perda caso o investir deseja vender o título antecipado.
Tesouro IPCA + (NTN-B) – Títulos que proporcionam ao investidor uma rentabilidade real, pois paga uma parte de taxa fixa + IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), ou seja, aumento no poder de compra.
Recomendação: Indicado para o investidor que deseja uma rentabilidade pós-fixada indexada ao IPCA, que deseja fazer poupança de médio/longo prazos, inclusive para aposentadoria, compra de casa própria, etc.
Traz mais conforto ao investidor, pois suprime a preocupação e o trabalho necessários aos reinvestimentos, e reduz o custo de transação;

Considerações Finais

O Tesouro Direto é o investimento mais seguro em Renda Fixa do Brasil, você pode fazer aplicações a partir de R$30,00 e sem nenhuma taxa de administração, o que torna o investimento que supera todas as “ofertas” do gerente do seu banco.
Então, comece hoje mesmo a investir no Tesouro Direto.
Mas lembre-se: Não trabalhe por dinheiro. Pessoas valem mais do que coisas. No meio de tudo isso, o dinheiro é o meio para realizar seus sonhos, e a quantidade de dinheiro desejado ou necessário será proporcional à sua competência de administrar o pouco que você acha que tem no momento. Quando o dinheiro chegar, desfrute-o, faça literalmente o dinheiro trabalhar para você e vez de você ser escravo dele.
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Autor do artigo: Meu amigo Anderson Gonçalves, Educador Financeiro
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sábado, 17 de setembro de 2016

Você sabe fazer uma boa compra?

5 passos para fazer uma boa compra

Você sabe fazer uma boa compra? Compra apenas aquilo que realmente precisa ou também algumas coisas que são supérfluas? Gasta apenas o dinheiro que tem ou sempre recorre ao cartão de crédito?
O mestre em Educação Financeira Reinaldo Domingos apresenta cinco passos para realizar uma boa compra e, assim, fugir da inadimplência. Confira:

1. Responda: você quer ou você precisa?

Antes de comprar qualquer coisa que deseja, faça a si mesmo algumas perguntas, como: "Eu realmente preciso disto?", “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer estes questionamentos você perceberá o quantoadquire produtos por impulso e gasta mais do que realmente pode.

2. Sempre saiba o quanto você pode gastar

É sempre importante saber detalhes do seu orçamento, uma vez que só assim você saberá se poderá se comprometer com o valor de uma compra. Acredite ou não, mas muita gente sequer sabe o quanto recebe exatamente por mês e isso é bastante perigoso, já que se você não sabe quanto ganha, não saberá também o limite do quanto pode gastar e muito menos poderá fazer um planejamento adequado.

3. Saiba para onde vai o seu dinheiro

É essencial saber detalhadamente para onde vai cada centavo do seu dinheiro. Para isso, durante 30 dias, anote todos os gastos que fizer – inclusive os de menor valor,como cafezinhos e gorjetas –, separando-os em categorias. Por exemplo: restaurante, vestuário, carro, guloseimas, etc. Dessa maneira, será fácil identificar com o que se está gastando e poderá realizar os ajustes necessários (redução ou até mesmo corte). Muitas vezes, o desequilíbrio financeiro vem das despesas de menor valor, que não costumamos dar importância.

4. Crie o hábito de poupar

Um dos hábitos mais saúdaveis, quando falamos em Educação Financeira, é o de pagar suas compras à vista. Pesquise preços e junte seu dinheiro por determinado período, sem recorrer ao crédito. Além de conseguir um preço melhor por conta de descontos, evitará acumular parcelas que nunca acabam e comprometem o orçamento financeiro de boa parte do ano.

5. Sonhe

Sim, é exatamente isso: sonhe. Sabe por que? Porque sonhar mais ajuda a evitar o endividamento e a inadimplência. E faz sentido, já que, quando temos objetivos bem definidos, adquirimos foco e disciplina para gastar menos com coisas supérfluas do dia a dia, que não agregam valor à vida. São os sonhos que nos movem e eles são a chave para uma mudança de postura em relação ao consumo. Com eles aprendemos a priorizar.
E então, já sabe como fazer uma boa compra? Que tal agora investir em Educação Financeira e ser mais próspero e sustentável financeiramente?

Conheça uma Metodologia capaz de transformar a sua vida para melhor!

Deixe abaixo o seu comentário, dúvidas e perguntas
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

5 passos para fugir de vez da inadimplência

Você está endividado? Não consegue mais pagar as suas contas? 

Os juros das suas dívidas estão aumentando cada vez mais?

Calma, você não é o único nessa situação. De acordo com pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de brasileiros negativados atingiu 58,9 milhões no último mês de julho, o que representa 39,57% da população adulta do país. É um dado preocupante, uma vez que a economia como um todo não está em sua melhor fase.
Há diversos motivos que causam a inadimplência, mas é possível se livrar deste problema. Com o intuito de colaborar com algumas orientações sobre o tema, o mestre em Educação Financeira Reinaldo Domingos apresenta cinco passos para fugir da inadimplência e nunca mais voltar para essa situação.

1. Questione-se

Antes de realizar qualquer compra, se faça algumas perguntas como “Eu realmente preciso desse produto?”, “O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?”, “Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência, baixa autoestima ou influência de terceiros?”. Ao fazer isso, terá uma grande surpresa sobre a quantidade de coisas que você adquire apenas por impulsividade, gastando além do que pode.

2. Tenha ciência dos números

Só é possível saber se você pode se comprometer com o valor de uma compra a partir do momento em que sabe os detalhes de seu orçamento. Parece estranho, mas muita gente não sabe exatamente quanto ganha por mês, especialmente aqueles que possuem renda variável. Isso é muito perigoso, uma vez que, se não sabe quanto ganha, não sabe o limite de quanto pode gastar e muito menos pode fazer um planejamento adequado.

3. Faça um apontamento de despesas

Durante 30 dias, anote todos os gastos que fizer – inclusive os de menor valor, como cafezinhos e gorjetas –, separando-os em categorias. Por exemplo: restaurante, vestuário, carro, guloseimas, etc. Dessa maneira, será fácil identificar com o que se está gastando e poderá realizar os ajustes necessários (redução ou até mesmo corte). Muitas vezes, o desequilíbrio financeiro vem das despesas de menor valor, que não costumamos dar importância.

4. Poupe primeiro, compre depois

Um hábito que a maioria das pessoas não tem é o de guardar dinheiro antes de gastar. Tem algo em mente que quer comprar? Ótimo, pesquise preço e comece a juntar recursos para conseguir pagar à vista. Além de conseguir um preço melhor por conta de descontos, evitará acumular parcelas que nunca acabam e comprometem o orçamento financeiro de boa parte do ano.

5. Sonhe mais!

É isso mesmo: sonhar mais ajuda a evitar endividamento e inadimplência. Faz sentido, porque, quando temos objetivos bem definidos, adquirimos foco e disciplina para gastar menos com coisas supérfluas do dia a dia, que não agregam valor à vida. São os sonhos que nos movem e eles são a chave para uma mudança de postura em relação ao consumo. Com eles aprendemos a priorizar.
Agora é com você que já sabe que é possível deixar de ser inadimplente e sanar todas as suas dívidas. Mas não se contente só com sair dessa situação. Você pode muito mais!

Chegou a hora de você realizar todos os seus sonhos! Conheça uma Metodologia capaz de transformar a sua vida e torná-lo ainda mais feliz!

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sábado, 10 de setembro de 2016

10 ações em casa para vencer à crise

Confira orientações de economia em casa para sobreviver à crise econômica

A crise está assustando os brasileiros, são constantes dados negativos, como aumento do desemprego, alta dos preços e do endividamento. A situação apenas reforça a necessidade de se ter educação financeira, colocando em prática ações de economia em casa e de reavaliação do padrão de vida das famílias.
Quer reorganizar as finanças? Confira as 10 dicas de Reinaldo Domingos, educador financeiro.
1. Os gastos de energia elétrica são um dos que mais apresentam excessos; basta pensar em quanto tempo usa o chuveiro e quantas vezes deixa as luzes ligadas ou a geladeira aberta. Sem contar no uso de televisão e de computador. Por isso, vale a pena agir com mais cautela, pois reduzir essa despesa representará uma economia substancial no final do mês;
2. O uso de telefone também deve ser repensado, fazendo uma análise entre os valores do fixo e do celular. É preciso comparar o valor das tarifas sempre que possível. A opção deve ser pela menos custosa e não pela mais prática;
3. A reciclagem de produtos também deve ser priorizada. O desperdício é recorrente, portanto, é possível reciclar desde alimentos até roupas e materiais escolares, sem perder a qualidade;
4. Reflita melhor sobre as compras de roupas, eletrônicos, etc.; muitas dessas são feitas por impulso, sem que se tenha uma real necessidade. Sempre falo que é interessante deixar a compra para o dia seguinte, e só efetivar se realmente for relevante;
5. Antes de ir ao supermercado, faça uma lista de compras. Tenha também cuidado com as “promoções”. Quantas vezes compramos o famoso “pague dois e leve três” e acabamos perdendo produto por causa de validade e, consequentemente, perdendo dinheiro;
6. Compare os preços quando for às compras. Seja em lojas, supermercados ou até restaurantes; é fundamental que se faça essa comparação, pois as variações são, muitas vezes, consideráveis. Evite produtos de “grife”, uma vez que nem sempre representam um produto de qualidade superior, mas apenas status;
7. Busque soluções de lazer mais econômicas, é possível se divertir sem gastar muito. Reserve para ir em locais mais caros em ocasiões especiais;
8. Economize ao utilizar o veículo. Não é necessário fazer tudo de carro; andar pode ser saudável e econômico. Além disso, é importante manter o carro revisado para que imprevistos não estourem as finanças;
9. Valorize o que possui, se preocupe com a organização e cuidado com os bens materiais, muitos gastos extras são ocasionados por descuido ou desleixo, que ocasionam quebras e perdas, criando necessidade de reposição;
10. Na utilização de gás e água, também é possível economizar. Evite deixar o fogo, o chuveiro e as torneiras ligadas sem necessidade e busque reutilizar a água sempre que possível.
A crise econômica tem afetado o seu bolso? Suas finanças estão comprometidas por causa das dívidas?

Saia de vez dessa situação! No Curso DSOP de Educação Financeira Você muda o seu comportamento com relação ao uso do dinheiro!

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

5 duras verdades que você deveria aceitar para enriquecer

Ser rico está fora do seu alcance, investir é chato demais e o seu cartão de crédito é uma extensão da sua carteira. Até quando você vai acreditar nessas mentiras?
Enquanto não aceitar certas verdades, por mais duras que pareçam, continuará perdendo o sono por causa de dinheiro. Então, encare de uma vez a realidade descrita em cinco pontos abaixo (nada tão assustador assim) e se aproxime dos seus objetivos na vida.
1. Ninguém se importa mais com o seu dinheiro do que você
Até para ganhar na Mega-Sena você precisa ir até a lotérica, comprar o bilhete, escolher os números (ou solicitar que o sistema faça isso por você), torcer muito e acompanhar o resultado. Se não fizer tudo isso, nem adianta reclamar que nunca ganha nada.
“Não vai surgir um salvador, um chefe bondoso ou uma herança que vão salvar suas finanças. É você que tem que assumir esse papel”, incentiva o coach Bruno Gimenes, autor do livro Conexão com a Prosperidade.
Para isso, é preciso sair da posição de espectador e treinar, como um jogador olímpico. No início, o processo deorganizar as finanças pode ser mais difícil, mas ele se torna mais natural com o tempo.
O auto-controle financeiro passa por uma mudança de atitude emocional, como destaca o coach Sílvio Bianchi, daDSOP Educação Financeira. “Afinal, quem está no controle da sua vida? Seu cônjuge, seu chefe ou você?”, questiona.
2. Só dinheiro não faz ninguém feliz, mas ele traz, sim, felicidade
Não é um número na sua conta bancária que vai preencher seu vazio existencial. Inclusive, quem valoriza tempo em vez de dinheiro pode ser mais feliz, segundo uma pesquisa recente realizada pela Universidade da Pensilvânia e pela Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA).
Mas o fato é que, racionalmente falando, você precisa dele para realizar objetivos e sonhos na vida. “Ao acumular patrimônio, você tem mais liberdade, pode trabalhar menos ou trabalhar no que sempre sonhou, porque já acumulou o suficiente”, destaca o educador financeiro Rafael Seabra, idealizador do blog Quero Ficar Rico.
Quando você usa o dinheiro da melhor forma, pode cuidar melhor da sua saúde e passar mais tempo perto das pessoas que você ama. “O problema é que as pessoas usam o dinheiro para se aprisionar. Ganham mais para comprar mais e depender do seu trabalho para manter seu padrão de vida”, explica Seabra.
3. Só tem um jeito de ser rico: ganhar mais do que gasta ou gastar menos do que ganha
Para os educadores financeiros, caminhar em direção à riqueza não é ter muito dinheiro, mas seguir um passo bem mais simples: ganhar mais do que se gasta.
O xis da questão é conseguir fazer sobrar um pouquinho de dinheiro no final do mês para investir e receber juros em troca, em vez de ter que pagar juros ao tomar empréstimos. “Se você não paga juros, mas também não recebe, está no caminho da pobreza”, diz o educador financeiro Robinson Trovó, fundador da Trovó Academy.
Para chegar lá, há dois caminhos: aumentar a sua renda ou poupar mais. Para gastar menos, comece montando um orçamento, com tudo o que você ganhou e gastou no último mês.
Aplicativos podem ajudar você nessa tarefa. Depois que enxergar tudo com mais clareza, faça uma faxina nos gastos. Escolha uma aplicação financeira para investir o que sobrar todo mês.
“Os investimentos parecem uma sopa de letrinhas complicada, mas é fácil e seguro investir por conta própria fora da poupança”, orienta Seabra. Aprenda a investir seguindo apenas cinco passos.
4. Cartão de crédito não é dinheiro
Gastar um dinheiro que você tem é bem diferente de gastar um dinheiro que você não tem, mas acha que terá. Esse é o problema do cartão de crédito. Só dá para usá-lo se você souber tim-tim por tim-tim do quanto virá na fatura, e se você tiver certeza que conseguirá pagá-la.
“É difícil usar o cartão de crédito sem caminhar para a pobreza, porque você precisa ter uma consciência financeira muito grande”, explica Trovó.
O limite do cartão de crédito não é para ser usado como uma forma de complementar a renda, porque você estará se enganando, gastando um dinheiro emprestado pelo banco, que não é seu.
Além disso, o banco cobra diversas taxas para você usar o cartão. Além das taxas de juros e da multa em caso de atraso no pagamento da fatura, há a anuidade e as taxas para saque e pagamento de contas, entre outras.
É preciso lembrar que os juros no rotativo do cartão de crédito são o principal vilão dos consumidores brasileiros, que estão enfrentando cada vez mais dificuldade para honrar essas dívidas —inclusive por isso a Abecs (associação das empresas de cartões) pretende reformular essa modalidade. Veja 7 erros comuns ao usar o cartão de crédito.
5. Para ser um idoso feliz e independente, é preciso se preparar
Vamos viver mais e melhor, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, uma criança nascida em 2015 pode esperar viver 20 anos mais do que se tivesse nascido há 50 anos, segundo o último Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde.
Ser idoso não vai mais significar ser dependente, como era antigamente, mas ter qualidade de vida para se divertir. Para isso, você precisa se planejar, e é praticamente certo que a renda do INSS não dará conta de manter seu padrão de vida. “Brinco que INSS significa ‘Isso Nunca Será Suficiente’”, diz Bianchi.
Quanto antes você começar a investir para o futuro, melhor, pois além de poupar mais dinheiro, você ganha um rendimento maior com o efeito dos juros sobre juros no tempo. Não há um valor mínimo por mês recomendado, então o negócio é guardar o máximo que puder e não se preocupar se parece pouco.
Existem diversos tipos de investimento para a aposentadoria, entre eles previdência privada e títulos do Tesouro Direto.
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domingo, 4 de setembro de 2016

Você já pensa em sua aposentadoria?

Seis em cada 10 brasileiros não se planejam

Você já parou para pensar em como vai viver quando se aposentar? Já sabe como vai manter o seu padrão de vida? Você se planeja para quando chegar na melhor idade?

Apesar de ser um momento almejado por milhões de pessoas, os brasileiros têm vivido dificuldades para se planejar para a aposentadoria. Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), seis em cada dez pessoas não se preparam corretamente para se aposentar com tranquilidade.
Dentre os principais motivos citados para justificar o fato de não pensar no futuro estão a falta de recursos financeiros (32,7%) e o desconhecimento de como começar a poupar (19,6%).
Do total dos entrevistados, 74,1% contribuem para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), seja por meio da empresa em que trabalham ou como autônomos. Para os que vão além da contribuição à Previdência Social, o planejamento é realizado, principalmente, pela poupança (19,2%), seguida pela previdência privada (6,2%) e por investimentos em imóveis (6,1%).
Na visão da educadora financeira Teresa Tayra, Educadora Financeira DSOP e diretora da DSOP Unidade Santos, como a maioria das pessoas não teve a oportunidade de aprender esses conceitos durante a vida, é comum que não saibam da importância de se planejar no longo prazo para a aposentadoria. “Em um mundo consumista e com desejos imediatistas, o primeiro passo é conscientizar a sociedade de que as pessoas precisam se planejar para parar de trabalhar com sustentabilidade e não depender somente dos benefícios do INSS. Isso se faz com educação financeira”.
Teresa observa que as pessoas podem se educar “por meio da leitura de livros e artigos, além da participação em cursos e palestras, ou seja, o segredo é buscar informação sobre o assunto e começar a colocá-la em prática o quanto antes”.
PASSO A PASSO - Teresa afirma que o primeiro passo para começar o planejamento para a sonhada aposentadoria é fazer diagnóstico do padrão de vida que ela tem. “Esse passo é importante, pois, além de identificar a situação, a pessoa descobre que é possível definir um valor, mesmo que pequeno, para destinar à aposentadoria. Lembrando que aposentadoria é um sonho de longo prazo, isso significa que, apesar de um valor pequeno, o tempo joga a seu favor”.
Após o diagnóstico, segundo a educadora, é hora de se conscientizar da importância de um futuro sustentável. “A partir daí, é só definir o padrão de vida que se quer ter na aposentadoria, identificar o valor mensal que se destinará a esse propósito e fazer o cálculo da aposentadoria. Esse cálculo define o montante que se deve chegar para sua independência financeira, mediante informação de prazo e valor”, lista.
Teresa alerta, porém, que a aposentadoria pelo INSS é benefício inegável à população, mas que só ela não permite uma vida sustentável. “Fato comprovado pelo altíssimo índice dos aposentados que precisam de auxílio extra para se sustentarem. É necessário um recurso adicional, seja uma previdência privada ou outras aplicações financeiras”.

E você? Já está se preparando para a aposentadoria? Ou não consegue se organizar financeiramente para isso? Deixe a sua pergunta ou o seu comentário abaixo! Como posso lhe ajudar nesse assunto?

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Educação Financeira nas Empresas

Educação Financeira nas Empresas




Em uma empresa, todos os colaboradores trabalham, direta ou indiretamente, para manter a saúde financeira do negócio. Mas até que ponto esses profissionais conseguem manter em ordem a sua própria saúde financeira?

Reduza o presenteísmo e melhore a produtividade dos seus colaboradores!

É de consenso geral que a preocupação com o dinheiro afeta diretamente a produtividade de um colaborador. Pesquisas apontam que esse tipo de receio vem custando a alguns funcionários mais de duas semanas de trabalho por ano em produtividade.
Não estamos falando daquela preguiça matinal ou pós-almoço. A questão aqui é mais preocupante: de acordo com um estudo feito pela Willis Towers Watson, uma importante consultoria especializada na área de trabalho, funcionários que apontaram que a preocupação com dinheiro atrapalha ao realizar suas tarefas perderam 12,4 dias pelo presenteísmo em 2015 e apenas 3,5 dias por ausência.

Mas o que é presenteísmo?

Você acorda cedo e vai ao trabalho, disposto a cumprir com o seu dever, mas não está totalmente funcional por questões de saúde ou de estresse. Isso é o que chamamos de presenteísmo – um problema que provoca mais perda de tempo do que as faltas por doenças, quando as pessoas sequer comparecem ao trabalho.
Você tem ideia do quanto isso reflete nos seus negócios? No quanto sua empresa perde por conta da baixa produtividade e presenteísmo?

Como mudar essa situação?

Você não precisa contratar novas pessoas ou ferramentas. Investir na educação financeira de sua equipe é a forma ideal para que a empresa atue em prol da qualidade de vida dos trabalhadores e melhore o ambiente de trabalho.
Programa de Educação Financeira nas Empresas, completo e ajustável conforme a necessidade da sua corporação, e que é capaz de resgatar a produtividade de seus funcionários, ajudando-os a organizarem melhor as suas finanças.
Assim, os seus funcionários terão mais qualidade de vida e poderão trabalhar com mais foco, o que fará sua empresa crescer ainda mais!

Invista na Educação Financeira dos seus colaboradores! Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas!

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Vida financeira do colaborador preocupa empresas

Foi-se o tempo em que se pensava "o que o colaborador faz com seu salário é o problema dele, não da empresa". Cada vez mais as corporações estão mudando de visão e passando a se preocupar mais com a situação financeira dos funcionários.

É só se colocar na seguinte situação: como fica a sua vida pessoal e profissional quando você tem problemas financeiros? É possível viver tranquilamente e trabalhar com foco quando se está endividado e inadimplente?
Não tem como evitar que esses problemas afetem o serviço prestado pelo colaborador. E é pensando em reduzir a baixa produtividade que as empresas começam a investir na saúde financeira dos funcionários.
Uma das opções que as empresas encontram é adotar um Programa de Educação Financeira. Desta forma, os colaboradores aprendem a lidar melhor com o dinheiro, sair das dívidas, realizar seus sonhos materiais e ter mais qualidade de vida.
Um exemplo é a Holcim, multinacional que hoje está entre os maiores produtores de cimento e de concreto. A empresa é parceira da DSOP e oferece palestras para seus trabalhadores. "Realizamos uma pesquisa e ela apontou que um dos principais problemas dos funcionários é a vida financeira. Percebemos que eles têm dificuldades com o pagamento de aluguel, financiamento da casa própria e 75% dos nossos entrevistados apontaram que têm dívidas e alguns até mais de uma", apontou Neide Cardoso, supervisora de RH da Central Nova Lima da Holcim. "Foram oito palestras realizadas aqui e pudemos ver que a repercussão foi bastante positiva. Os funcionários comentaram, informalmente, que eles estão praticando o que aprenderam ou que vão colocar em prática".
Luciana Paula Antunes, profissional de Recursos Humanos (RH) do INSS, acredita que seja fundamental que os colaboradores adquiram estes conhecimentos. "Em nossa folha de pagamento percebemos um comprometimento muito grande dos vencimentos com empréstimos consignados e, muitas vezes, devido ao descontrole financeiro. Com a Educação Financeira, pelo menos poderemos minimizar estes problemas", destacou. "Para as empresas é importante, pois o funcionário com uma vida financeira saudável certamente terá uma produtividade maior e passará melhores resultados".

Programa DSOP de Educação Financeira

Pensando em auxiliar os colaboradores a melhorarem suas situações financeiras, a DSOP oferece o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas, um programa totalmente estruturado e flexível para as necessidades de sua empresa.
O objetivo é auxiliar e motivar as corporações e seus colaboradores para que possam reavaliar sua relação com o dinheiro e encontrar, por méritos próprios, os caminhos para a independência financeira.

A saúde financeira do profissional é equivalente à saúde financeira da empresa! Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas!

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Jovens: o futuro do empreendedorismo

Empreender parece ser fácil, para uns e um bicho de sete cabeças, para outros, mas ser organizado, buscar por conhecimento e ter foco, torna tudo mais fácil e a hora de começar a se educar financeiramente é na infância
Hoje em dia, os jovens estão querendo ser os próprios chefes. Vendo as dificuldades do atual cenário econômico e a falta da oferta de emprego, muitos veem no empreendedorismo a chance de mudar de vida.
Vários empreendimentos são afetados pela crise e um dos motivos é a falta de orientação. Sabe qual é a hora de começar a ser consciente financeiramente? Na infância e na adolescência. Quando se é criança, os olhos brilham quando encontram aquela boneca linda ou aquele carrinho de controle remoto.  Quando se é adolescente e todo final de semana a galera sai para lanchar é claro que você não pode ficar de fora. E são nesses momentos que os pais devem orientar.
Como fazer isso? dê ao seu filho por semana um real de acordo com a idade (ex: meu filho tem 10 anos, então todo domingo vou entregar a ele 10 reais), e com esse dinheiro ele vai comprar o brinquedo que ele tanto quer ou curtir uma festinha com os amigos.
A juventude de hoje gira em torno da internet e para saber uma coisa que está acontecendo do outro lado do mundo, basta apenas um clique.  O acesso ao conhecimento, de forma mais rápida e fácil e o interesse por inovar, é o que torna os negócios gerenciados por jovens mais duradouros e com chance de alcançar maior sucesso.
Se você é jovem e pensa em investir no seu próprio negócio, comece pelos seguintes passos:
Analise sua situação atual
O primeiro passo para iniciar uma educação financeira é se fazer algumas perguntas, começando por: Como andam as minhas finanças? Eu tenho reservas? O que eu tenho feito para ser empreendedor? Eu sei fazer a distinção entre o que é essencial para a vida e o que é supérfluo? A partir dessas respostas inicie a tomada de controle da sua vida financeira.
Comece um planejamento financeiro para o futuro
Para iniciar, passe a anotar tudo o que você comprar mesmo se custar cinco centavos. Estabeleça metas e sonhos, classificando-os em curto, médio e longo prazo e estipule um valor que será destinado à realização deles, (sugiro que você separe 10% dos seus ganhos para os sonhos) e o restante 90% você vai destinar as despesas. Para se organizar, no site www.dsop.com.br, vai encontrar planilhas para download.
 Coloque a mão na massa
Sabendo quais são as metas de curto, médio e longo prazo, fica mais fácil para se organizar financeiramente. Agora é a hora de por a mão na massa. Ao começar a executar o seu planejamento, repita para você todos os dias e nos momento em que você queira dar aquela escorregada, “não vou gastar mais do que eu ganho! Eu tenho um sonho”. Lembre-se também, que imprevistos acontecem, sempre tenha uma reserva.  
Crie o hábito de poupar

Poupar é um hábito. Já ouviu falar naquele ditado “uma mentira dita 21 vezes, se torna uma verdade”? Então, as palavras tem poder. Diga para você mesmo que vai poupar e você vai conseguir. Faça o seguinte exercício para começar, guarde todos os dias um real e com o passar dos dias poupar esse um real, será parte da sua rotina, ou seja, adquire um novo hábito.
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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Como Garantir uma Aposentadoria Tranquila.

Quase 63% da população aposentada recebe do governo uma previdência pública de apenas um salário mínimo. Apesar disso, apenas 6% dos brasileiros planeja complementar o benefício do INSS investindo em fundos de previdência privada.
Segundo apontam especialistas, a indústria ganhou fôlego em um período recente, nos últimos 20 anos, mas ainda é baixa a porcentagem de pessoas que conseguem se planejar para o futuro.
O arrependimento de não ter poupado mais vem depois. Oito em cada dez aposentados lamentam não ter guardado mais dinheiro, segundo pesquisas.
Mas como começar a se planejar para a aposentadoria?
É preciso haver, acima de tudo, um bom planejamento. O investidor precisa ter em mente o valor que ele precisa acumular  para conseguir uma aposentadoria sustentável, ou seja, ele precisa ter um objetivo claro.
Quanto mais cedo uma pessoa começa a investir, menor será seu esforço, uma vez que ela terá o tempo e os juros a seu favor. "A aplicação não é mais importante que a tomada de decisão pela reserva".

E você? Já investe para a sua aposentadoria? Já se planejou para sua velhice?
Paulo Costa, Educador Financeiro e a DSOP Educação Financeira podem lhe ajudar...
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