quarta-feira, 27 de maio de 2015

SER RICO É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA

Ficar Rico é uma questão de escolha, você sabia disso?

Muitas pessoas de uma forma simples, acabam respondendo, ok então eu escolho ser Rico.

Agora Saber escolher é a questão, muitas vezes escolhemos ser ricos, mas, temos atitude POBRE.

E essa escolha acontece em diversas áreas da vida, escolhe um objetivo, mas, faz outro.

Exemplo:

segunda-feira, 25 de maio de 2015

À vista ou a prazo – como comprar?

Pesquisa recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) aponta que 53% dos brasileiros já preveem cortar as comprar parceladas. Esse dado, com certeza, também é reflexo do cenário de crise pelo qual passamos, mas representa também que a população está começando a perceber o risco dessa modalidade de compra. Por isso, acredito ser pertinente o questionamento: comprar à vista ou a prazo?
Ocorre que, hoje, os parcelamentos são constantes e prometem muitas vantagens, como juros baixos ou até mesmo a total isenção. Sem contar que há a possibilidade de adquirir imediatamente algo que não se tem capacidade financeira para adquirir à vista. Entretanto, os dados da pesquisa demonstram que os consumidores já estão se atentando que esse hábito pode levar ao endividamento.
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Detalhes fazem a diferença na economia doméstica

Especialistas apontam os vilões da gastança e ensinam a poupar sem passar aperto no dia a dia
O diabo mora nos detalhes, já dizia um provérbio alemão. E, para a economia doméstica, eles realmente são vilões, ao menos na visão de especialistas. Sendo assim, cabe a cada consumidor se policiar e, principalmente, traçar objetivos tanto financeiros quanto de vida para reduzir o risco de perdas.
Elenilde Maria Lopes, vigilante de 46 anos, moradora do Cruzeiro, divide um apartamento com a mãe, a irmã, a sobrinha e o cachorro  da família. Principal responsável pela administração das finanças da casa, ela estima que os maiores gastos são com comida. “Quase todo fim de semana recebemos nossos irmãos para almoços”, diz.
Na hora de abastecer a dispensa, ela tenta selecionar os produtos em promoção das marcas que confia. Sua estratégia  é fazer uma compra mensal grande, que sustente a casa por pelo menos 30 dias, e, semanalmente, repor produtos pontuais como  carne e verduras.
Visitas
 “Algumas vezes as visitas trazem coisas para ajudar, mas grande parte do tempo somos nós mesmos que bancamos”, relata, observando que isso dificulta que as compras durem o tempo estimado. Apesar disso, ela considera os custos “normais” e se revela mais preocupada com a conta de água.

Seu filho é consumista? Faça teste e descubra

Responder a pergunta “Como você está educando seu filho em relação ao dinheiro?”, muitas vezes não é fácil, já que as vezes nem os pais sabemos lidar com o dinheiro de forma sustentável.
Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, diante de tantas oportunidades e publicidades está se criando uma geração de crianças consumistas. “As ferramentas comerciais fazem com que  as crianças fiquem ‘hipnotizadas’ e acabem querendo ter tudo o que vem pela frente, e isso sem contar a influência de amigos”, afirma.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Acaps promove workshop especial para auxiliar na gestão financeira das empresas

O objetivo é criar um debate sobre como garantir a saúde financeira, pessoal e empresarial, e manter as organizações competitivas frente às crises internas e externas.

Na próxima quarta-feira, 13 de maio, a partir de 8:30 horas, acontecerá em Vitória o Workshop Planejamento Financeiro, que será ministrado pelo especialista no assunto, o consultor Paulo Costa.


Diante de um atual cenário econômico incerto e temeroso, cada vez mais as empresas devem buscar mecanismos para evitar um quadro de recessão e manterem-se competitivas no mercado.


Pensando nisto, a Acaps programou o referido treinamento a partir de uma metodologia que motive o indivíduo a sair de uma postura de impotência perante os problemas e mostre como criar as atitudes, os comportamentos e as maneiras de pensar e agir para encontrar as soluções.


Com duração de 3 horas, o workshop é direcionado aos pequenos e médios empresários, gestores financeiros e administrativos e demais interessados no tema, e tem valor de inscrição especial para associados da Acaps.


Confira a programação e faça sua reserva o quanto antes, pois as vagas são limitadas!


PLANEJAMENTO FINANCEIRO - Como garantir a saúde financeira pessoal e empresarial

terça-feira, 5 de maio de 2015

OS SEGREDOS DA PROSPERIDADE FINANCEIRA

Depois de ensinar centenas de pessoas a transformarem suas dificuldades financeiras em Sucesso, eu realmente acredito que 80% do sucesso financeiro vem da vontade forte de mudarem as suas vidas e o fato de você estar aqui lendo este artigo prova isso.
Vou lha fazer uma pergunta: Você já parou para pensar porque algumas pessoas parecem ficar ricas facilmente, enquanto outras lutam sem parar e não conseguem resultados? Seriam as diferenças entre a sua educação, ou sua inteligência? Seriam habilidades, hábitos? Talvez sejam os contatos? Ou talvez SORTE? Que, sabe o ramo de trabalho, ou o negócio?

sexta-feira, 1 de maio de 2015

E a juventude vai escoando entre os dedos.

Matéria interessante publicada no Estadão...

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.
Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.
Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.
Frequentou as melhores escolas. Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo seletivo dos melhores estágios.
Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.
Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.
O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.
O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.
O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.
Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.
Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.
Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.
Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não:
Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.
Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.
Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.
Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.
Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.
Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.
Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.
Só não tinha controle do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando.
Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.