quinta-feira, 12 de outubro de 2017

É IMPOSSÍVEL AGRADAR PESSOAS COM MENTALIDADE POBRE


É impossível agradar às pessoas com mentes pobres.
- Dê- lhes algo de graça e vão pensar que é uma armadilha.
- Diga que é preciso um pequeno investimento, e dirão que não ganham muito.
- Convide-os para investir em suas mentes, e te respondem que o farão quando tiverem dinheiro.
- Convide-os para investir em algo grande, e dirão que não tem dinheiro.
- Convide-os para experimentar coisas novas, e dirão que não sabem como fazer isso.
- Convide-os para fazer um negócio tradicional, e dirão que é difícil de fazer.
- Diga que é um novo modelo de negócio, e dirão que é uma farsa.
- Diga para que administrem uma loja, e dirão que não há liberdade nisso.
- Diga para iniciarem um novo negócio, e dirão que não tem experiência.
Os pobres falham devido a um comportamento comum: a sua vida inteira, trata-se de esperar e esperar. Esperar um emprego melhor, esperar a oportunidade certa, esperar ganhar na loteria, esperar o companheiro ideal, esperar mudar de casa, esperar mudar de cidade, esperar o mundo mudar. O mundo não muda. VOCÊ MUDA.

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quinta-feira, 29 de junho de 2017

EMPRESÁRIO ENDIVIDADO

O QUE VOCÊ VAI LER ABAIXO É UMA HISTÓRIA REAL


Entenda como um empresário, com um negócio próspero, conseguiu transformar um faturamento anual de R$ 2 milhões em uma dívida de R$ 750 mil

Ontem a noite conversei por quase 2 horas com um empresário que conheço de longa data e o ajudei em sua ascensão profissional. Vou contar parte de sua história e usar o pseudônimo "João" para guardar a sua privacidade, mas com a sua autorização, vou compartilhar abertamente o seu problema porque seguramente esta patologia é vivida por muitas pessoas, em diversos níveis sociais e em todo mundo. 

Nos últimos 15 anos, João que começou o seu negócio do ZERO e com muita luta, conquistou o sucesso, cresceu financeiramente e viu o seu projeto florescer, conquistando muito prestígio no meio social em que vivia. Neste mesmo período, enquanto o seu negócio prosperava, até hoje, João também gastou mais de 12 milhões de reais e atualmente, pelo seu estilo de vida, o seu patrimônio foi reduzido a ZERO. Desculpe-me, mas pra ser mais preciso, o seu patrimônio na realidade atualmente é uma dívida de aproximadamente 750 mil reais.

As 2 empresas do João, que têm um excelente produto e um faturamento de mais de 2 Milhões por ano, têm fechado o resultado de um fluxo de caixa MENSAL negativo que já ultrapassou o valor de 50 mil reais. Isso porque além dos custos operacionais regulares, as empresas estão com gastos excessivos, o que inclui um gasto mensal adicional de 30 mil reais, relativo aos empréstimos bancários e parcelamentos de impostos atrasados, dívidas contraídas também para bancar o seu estilo de vida.

João tem 43 anos, casado há quase 20, tem dois filhos adolescentes e é uma pessoa honesta e trabalhadora. Então como ele conseguiu se meter nessa situação depois de ter ganho tanto dinheiro e construído um negócio tão promissor? 

Eu conheço muito bem esta família e o seu negócio. Posso lhe assegurar que não estamos falando de um problema mercadológico que a sua empresa pudesse estar atravessando, mas única e exclusivamente de um problema relacionado ao seu estilo de vida. 

João não é dependente químico, não sustenta amantes famílias em paralelo, não é viciado em jogo e nem perdeu o seu dinheiro na Bolsa de Valores. E como conheço de perto e acompanho, buscando ajudar, esta família há muito tempo, há muitos anos João é viciado numa droga que afeta a todas as camadas da sociedade. Ricos e pobres de todas as raças e credos a cada dia têm sofrido muito pelos efeitos destrutivos deste psicotrópico devastador chamado CONSUMISMO.

Não estou me referindo a um consumo consciente ou ao desejo legítimo por experimentar novos produtos, considerando inclusive que este é um dos motores da economia, mas sim a um exagero doentio, o que estou classificando como consumismo. Apesar de não ser psicólogo, pela minha experiência em mais de 20 anos formando executivos e empreendedores, pude observar em inúmeros casos que o consumismo é uma séria patologia comportamental que faz com que o indivíduo, sem que ele tenha a consciência clara desta condição, consuma de forma desenfreada produtos ou serviços sem a real necessidade dos mesmos. 

Observei que muitas podem ser as razões para este comportamento, como por exemplo, preencher um vazio decorrente de quadros depressivos, por necessidade de aceitação social, o que neste caso, grifes e marcas passam a ter uma enorme importância, falta de autoestima, dentre outras razões que podem dar origem a um comportamento extremamente consumista. Este estilo de vida é rapidamente assimilado por toda família que passa associar a sua felicidade ou autoestima ao consumo de produtos, seja um novo modelo de celular, um novo carro, roupas de moda, viagens que os amigos fazem, bolsas, sapatos, novos modelos de computador, compras excessivas no supermercado, em restaurantes, além de parentes que, atraídos por este estilo de vida acabam participando dessas orgias do consumo bancado pelo filho ou filha que de repente ficou rico(a). Tudo isso fomentado por excessivo tempo assistindo TV ou internet, onde todos são alimentados e bombardeados pelos estímulos da propaganda. 

Este problema não é privilégio dos ricos. Como disse, é um estilo de vida que se manifesta em todas as camadas da sociedade. Nas classes mais baixas, os cheques pré-datados, promoções relâmpagos, representam "oportunidades" imperdíveis que fazem com que o indivíduo mergulhe na escravidão do cartão de crédito, cheque especial e dos empréstimos extorsivos de instituições financeiras e até de agiotas. Como consequência, passará toda a vida pagando contas sem evoluir. Sempre terá pose de bacana com a sua TV LCD, TV a cabo com per per view, e o seu carro financiado em 80 prestações, mas terá a sua caixa de correio sempre lotada de cartas de cobrança.

Eu poderia me alongar muito neste tema, mas vou resumir. O segredo básico para construir uma vida próspera é simples: GASTAR MENOS DO QUE GANHA. Um sintoma muito comum do início da dependência da droga do consumismo pode ser observado em frases do tipo: "Mas é impossível viver gastando menos do que eu gasto. Eu ganho muito pouco". Outra muito comum, dita por aqueles que já estão num estágio mais avançado é: "Pra que vou guardar dinheiro? Eu não sei nem se vou tá vivo amanhã…" ou para justificar o seu estilo de vida, tentam desqualificar o conselho de gastar menos do que ganha, argumentando de forma apelativa assim: " Diz isso pra quem ganha um salário mínimo"... Os sintomas psíquicos do consumismo são muito sutis e são sempre acompanhados desses argumentos auto-convincentes, muito parecidos com a forma que também se observa no comportamento de indivíduos com alguma dependência química.

Pra você prosperar, poder ajudar outras pessoas e acumular capital para poder investir numa real oportunidade de negócios, é necessário estar livre do consumismo, livre desta escravidão psíquica, com a sua família saudável e pronta para construir um futuro promissor. Isso porque o consumismo visa sempre o imediato em detrimento do futuro, mas para construir um projeto promissor, o foco deve estar no futuro, investindo o seu presente para construí-lo. Consumismo e prosperidade são inimigos, percebeu?

Para finalizar, e o que vai acontecer com o João? Bem, infelizmente ele e toda sua família vai arcar com as consequências do estilo de vida em que viveram até hoje. Eu estou o ajudando a fazer um plano de longo prazo para sair dessa, além de recomendá-lo um tratamento psicológico com toda família. Se ele tiver disciplina e humildade, com muito trabalho, tenho a certeza que vai virar o jogo. Do contrário, o buraco só vai aumentar, transformando-se num poço sem fundo. As consequências neste caso seriam incalculáveis.

Para os que esperavam um final feliz, desculpe-me desapontá-lo. Fica aqui o exemplo do quão grave e o quanto o consumismo pode fazer uma família sofrer.

Se você se identificou com alguma parte desta história, não pague pra ver e peça ajuda imediatamente para um amigo, pessoas de confiança ou até ajuda profissional. Do contrário, tenha a certeza de que você poderá pagar muito caro.

Artigo de Flávio Augusto da Silva publicado no site http://www.administradores.com.br

Eu Paulo Costa, Consultor e Coach Financeiro há mais de 15 anos, já vivenciei histórias como esta com alguns clientes que me procuram, e que felizmente conseguiram dar a volta por cima e tornar as suas empresas lucrativas, recuperaram a qualidade de vida, a paz e a tranquilidade financeira.
www.paulocosta.com.br

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Como fazer o fluxo de caixa da sua empresa sem complicações

O acompanhamento de entrada e saída de recursos financeiros (faturamento) deve ser simplificado e, ao mesmo tempo, efetivo


Como fazer o fluxo de caixa da sua empresa sem complicações
O cotidiano de um empreendedor é cheio de desafios. São inúmeras habilidades que devem ser desenvolvidas e que resultam em ações estratégicas e na criação de processos e ferramentas de controle de gestão.
O acompanhamento de entrada e saída de recursos financeiros (faturamento) é um desses processos e se caracteriza por um registro diário, que deve ser simplificado e ao mesmo tempo efetivo. Tem como principais funções manter as contas em ordem e auxiliar na tomada de decisões. Para esses registros, damos o nome de Fluxo de Caixa.
Com características temporais, o Fluxo de Caixa pode ser diário, semana, mensal e anual, dependendo dos processos de gestão financeira definidos pelo empreendedor para o controle do seu negócios.
Sugiro que, para o pequeno empreendedor, esse registro seja diário e, com o passar dos tempos, a partir do aumento do fluxo, possa estimar possíveis entradas e saídas.
Outro pressuposto importante para o Fluxo de Caixa é a simplicidade de lançamentos, ou seja, por se tratar de uma ferramenta que possibilita informações tempestivas para tomada de decisão, deve-se levar em conta a clareza e objetividade nos lançamentos.
Para tanto, uma sugestão é categorizar os lançamentos divididos em despesas e receitas, por exemplo: aluguéis; telefonia; salários; impostos a pagar ou restituir; e vendas à vista e à prazo. Economize: A 99 Corporativo apresenta 10 maneiras de cortar custos na sua empresa Patrocinado 
Para essa categorização, pode-se usar uma planilha de Excel criada para esse fim ou até mesmo fazer o download de muitos modelos existentes na web, de forma gratuita. Assim, simplificando o Fluxo de Caixa, são importantes as seguintes tarefas:
– Identificar o saldo de caixa no momento da montagem do fluxo;
– Projetar o fluxo, de forma que, com o aumento de vendas, possa-se prever receitas e despesas futuras (contas a pagar e receber);
– Atualizar diariamente os lançamentos, mediante qualquer movimentação com entradas e saídas financeiras;
– Ter disciplina, fator preponderante para uma boa gestão financeira, seja de pequenas, médias ou grandes empresas. Aliás, Fluxo de Caixa é uma ferramenta de gestão para qualquer natureza de atividade, inclusive de pessoa física.
Concluindo, todo processo de gestão não necessariamente deve ser complicado. A boa gestão de negócios deve ser simples, objetiva, direta e sobretudo eficaz.
Vamos exercitar o Fluxo de Caixa e até o próximo tema!
Mais informações sobre fluxo de caixa:
paulo.costa@dsop.com.br - WhatsApp: (27) 99297-4771

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Crédito consignado precisa ser associado à educação financeira

No meu dia a dia, vejo que muitas empresas oferecem aos seus funcionários a possibilidade de contratar empréstimos consignados, esperando que com esse benefício eles possam solucionar possíveis problemas financeiros que enfrentem em sua vida particular. A intenção é positiva, entretanto sempre os aconselho a refletir: será que o acesso ao crédito, por si só, é capaz de eliminar problemas financeiros?
É claro que a modalidade oferece juros baixos em comparação a outras como cartão de crédito, cheque especial e financiamentos, já que o pagamento é retido diretamente do salário do colaborador. Por isso é positiva para quem busca crédito com juros baixos. Porém, pedir crédito consignado sem ter educação financeira é um perigo.
Vamos analisar: atualmente é permitido que um colaborador comprometa até 40% de sua renda com o pagamento de dívidas consignadas, sendo 30% referente a empréstimo e 10% referente ao pagamento de fatura do cartão de crédito. Assim, após contratar o crédito consignado, a pessoa precisará reestabelecer o seu padrão de vida para viver com apenas um percentual de sua renda, que pode chegar a ser 60%.
Para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida de forma tão bruta pode desencadear um novo endividamento e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve. E não tem jeito, o conflito se reflete no trabalho. A produtividade da pessoa cai, ela pode até estar presente fisicamente, mas a sua mente está preocupada com as contas. Há pessoas que chegam a pedir demissão para usar o dinheiro da rescisão para resolver a sua vida financeira.
Por isso é muito importante que, aliado ao empréstimo consignado, a empresa ofereça meios para que os colaboradores tenham educação financeira. Atualmente, muitas companhias só permitem que o funcionário tenha acesso ao crédito consignado depois que fizer um curso de educação financeira, por exemplo. Assim se combate a principal causa do problema, que é o comportamento da pessoa em relação às finanças.
Quem é educado financeiramente lida com as finanças de forma saudável e sustentável, e consequentemente leva uma vida melhor. Os reflexos são notáveis tanto na convivência em família quanto no trabalho, já que com menos problemas pessoais é possível se dedicar mais aos afazeres profissionais.
Reinaldo Domingos é doutor em Educação Financeira
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sábado, 17 de junho de 2017

ESPECIALISTAS DÃO DICAS PARA REDUZIR GASTOS COM ALIMENTAÇÃO FORA DE CASA

Diante do orçamento apertado, é preciso passar por cima de qualquer preconceito quando o assunto é reduzir gastos com comida e aprender que planejar refeições fora de casa não significa perder em qualidade ou quantidade, mas, sim, garantir que o dinheiro chegue ao fim do mês sem problemas. Escolher um restaurante mais barato, levar marmita alguns dias da semana e evitar os lanchinhos durante o dia podem ser fonte de boa economia.


Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), explica que alimentação é um item “pesadíssimo” no orçamento e reduzir gastos com lanches, por exemplo, pode dar um bom alívio nas finanças. Segundo o especialista, a alimentação consome entre 30% e 40% da remuneração mensal dos trabalhadores. Isso inclui refeições rotineiras e saídas no fim de semana. “Normalmente, não se tem muita disciplina”, ressalta.
O almoço é um dos grandes vilões do orçamento, e abrir mão de comer em restaurantes todos os dias pode fazer uma grande diferença” afirma. Domingos exemplifica: “se uma pessoa que gasta, em média, R$ 20 por dia optar por levar a comida de casa por dois dias da semana, em um ano economizará quase R$ 2 mil”. “O consumidor vai perceber o quanto tem de gastos desnecessários se fizer uma análise mais profunda. Os pequenos valores que são desprezados, muitas vezes, fazem uma diferença enorme”, afirma.
O lanchinho da tarde segue a mesma lógica do café da manhã: não é necessário gastar R$ 15 em uma padaria ou lanchonete. Se uma pessoa desembolsa esse valor com salgados, sucos e cafés durante o dia, mensalmente a despesa será de mais de R$ 300. “Controle os gastos, porque, somando o lanche em 365 dias, dá uma fortuna”, garante o presidente da Abefin.
Uma refeição completa no Brasil, incluindo o prato principal, bebida, sobremesa e café, custa, em média, R$ 32,94 por dia, de acordo com a Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert Brasil). “Se analisarmos esse preço, vemos que somente o prato custa, em média, R$ 18. Se a pessoa quer reduzir gastos, é possível abrir mão de todo o resto ou de parte dos ítens”, recomenda a diretora-presidente da Assert, Paula Cavagnari.
Analisando pelo sistema de cada restaurante, o preço do prato comercial, o famoso “prato feito”, é o mais barato. O consumidor paga, em média, R$ 28, enquanto em um estabelecimento à la Carte, o preço fica em torno de R$ 62. “O autosserviço, o popular ‘quilo’, também é bom para reduzir gastos, já que a pessoa pode controlar o que coloca no prato”, aponta Paula.
Descompasso
Até mesmo para os trabalhadores que recebem tíquete-refeição, o planejamento é necessário, pois, muitas vezes, o valor não acompanha o gasto mensal com alimentação. A atendente de lotérica Andreane Silva, 22 anos, recebe o benefício, mas o valor não chega ao fim do mês. Para não sobrecarregar o orçamento doméstico, ela leva comida de casa para o trabalho. “Meu tíquete dura apenas 15 dias, nos outros 15, preciso gastar parte do meu salário no mercado para preparar minhas refeições em casa. Como comer em restaurante acaba sendo mais caro, sempre levo marmita”, conta.
De acordo com a Assert Brasil, o comprometimento da renda com alimentação é maior para quem recebe menos. Considerando quem não recebe vale-refeição, o trabalhador que recebe até um salário mínimo compromete 82% da renda para fazer uma refeição completa de segunda a sexta-feira, durante 22 dias úteis do mês. Já, os que recebem cinco mínimos comprometeriam 17% . A pesquisa considerou o valor vigente no final de 2016, de R$ 880.
O controle dos gastos com comida fica ainda mais difícil para quem tem família. Como abrir mão de ir a um restaurante no fim de semana, após de dias seguidos de trabalho? A professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Myrian Lund recomenda que marcar programas em casa pode ser uma boa forma de economizar nos fins de semana. “Os amigos podem combinar de cada um levar uma coisa, assim, todo mundo come e se diverte. Esses momentos são marcantes e aproximam as pessoas, além de não pesar tanto no bolso”, considera.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

POR QUE INSERIR EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS?

A situação financeira de um colaborador e sua motivação estão diretamente ligadas. Todo mundo tem problemas, no entanto, quando são de aspecto financeiro, o assunto perturba o bem-estar do indivíduo e acaba interferindo em sua produtividade no trabalho e, assim, prejudicando também as empresas.


Para evitar esse reflexo negativo, as empresas devem investir em Educação Financeira para os funcionários. Faltas constantes, pedidos de adiantamento e empréstimos e até furtos são alguns dos sinais do desequilíbrio financeiro, o que pode comprometer as atividades da área e a rentabilidade da instituição, se transformando em um ciclo sem fim.
Vale ressaltar que não adianta dar aumento de salário, benefícios e auxílios sem orientá-los como administrar os seus ganhos. Eles precisam conseguir poupar para os seus sonhos e objetivos e ajustar o seu padrão de vida à sua situação financeira. Dessa forma, as finanças serão um problema a menos na cabeça do colaborador.
Outro tópico que deve ser abordado é sobre aposentadoria. A maioria dos trabalhadores não possui uma previdência privada, o que é grave, pois depender apenas do INSS não garante uma vida tranquila e independente financeiramente. É preciso alertá-los da importância desse assunto o mais rápido possível.
O departamento de Recursos Humanos deve fazer esse trabalho, combatendo a causa para diminuir os efeitos. Para isso, é necessário desmistificar o processo de educação financeira, já que muitos possuem a percepção errônea de seu significado.
Deve-se explicar aos colaboradores que, para se educarem financeiramente, é necessário passar por uma mudança de hábitos e costumes, ou seja, de comportamento com relação ao uso do dinheiro.
Veja algumas orientações para as empresas iniciarem um programa de educação financeira:
1. Não entenda Programa de Educação Financeira para Empresas como palestras de finanças pessoais ou cursos de investimentos;
2. Trate Educação Financeira como responsabilidade social na empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa;
3. Adote critérios e oriente o funcionário antes de disponibilizar crédito consignado. É importante que o empréstimo seja consciente, para que realmente o ajude a solucionar o problema. Muitas vezes, é um alívio imediato, mas que, em poucos meses, se torna um problema ainda maior, principalmente porque seus ganhos líquidos mensais serão reduzidos em, aproximadamente, 30%;
4. Procure um programa estruturado de educação financeira, que possa se adequar facilmente aos diferentes perfis de necessidade da empresa e dos funcionários;
5. Crie campanhas de conscientização e de mudança de hábitos e costumes em relação à utilização do dinheiro;
6. Antes de decidir por um programa de educação financeira, analise toda a sua estrutura, como tempo, método, material de apoio e disponibilidade dos funcionários;
7. A educação financeira independe do salário do colaborador. Os problemas podem ocorrer, até mesmo, nos maiores salários da empresa;
8. O problema da falta de educação financeira já está intrínseco em nossa sociedade. Sendo assim, não é culpa do trabalhador;
9. A empresa que investe em um programa de educação financeira também ganha, visto que seus colaboradores trabalham com mais prazer, mais tranquilidade e buscando crescimento, pois retomam a consciência de ter objetivos;
10. Oriente os funcionários a combaterem a causa do problema financeiro e não apenas os efeitos.

Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas e veja como aumentar a produtividade da sua equipe!

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terça-feira, 13 de junho de 2017

TURNOVER: ENTENDA PORQUE ELE ACONTECE QUANDO O COLABORADOR ESTÁ ENDIVIDADO

O alto turnover é sinônimo de perda de produtividade e lucratividade, além de afetar a credibilidade com os clientes! Saiba como reverter a situação com Educação Financeira.
Turnover é um termo que representa, no setor de Recursos Humanos (RH), a taxa média entre admissões e desligamentos de colaboradores em uma empresa. Ou seja, a taxa de turnover indica como anda a saúde organizacional de uma corporação, a qual mostra se há ou não uma alta substituição de pessoas.
O que o turnover tem a ver com Educação Financeira? Tudo! “Um funcionário endividado não consegue manter o foco no trabalho, além de precisar faltar ao expediente para resolver seus problemas financeiros. Por fim, chegam ao extremo de pedir demissão para receber seus direitos e poder sanar parte de suas dívidas“, explica o educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos.
Ao mesmo tempo, rescisões contratuais, novas contratações, treinamentos do novo pessoal, entre outras ações comuns no que se refere à saída e entrada de profissionais demandam custos que, segundo estimativas, podem chegar a oito salários da pessoa desligada, o que representa um grande prejuízo para a empresa.
“Isso sem contar que a constante mudança do plantel pode acarretar na perda de conexões com clientes e, consequentemente, causar na diminuição das vendas e redução de participação da empresa no mercado”, afirma Domingos.

Como a empresa pode reduzir o turnover?

Uma opção é mostrar aos colaboradores que existem outras formas de sair e evitar o endividamento. Com o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas, os colaboradores participarão de palestras sobre o tema e aprenderão a lidar de forma diferente com o dinheiro.
O Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas é totalmente flexível, adaptável às necessidades da organização, e contempla diversos benefícios tanto para a empresa quanto para seus funcionários, como maior produtividade, equilíbrio e motivação profissional, qualidade de vida, redução do estresse, contribuição positiva para o clima organizacional, melhor administração do salário, alívio da pressão financeira sobre o RH entre outros.

Aposte na Educação Financeira de seus funcionários e tenha uma boa saúde organizacional e financeira em sua empresa!

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