sexta-feira, 23 de junho de 2017

Como fazer o fluxo de caixa da sua empresa sem complicações

O acompanhamento de entrada e saída de recursos financeiros (faturamento) deve ser simplificado e, ao mesmo tempo, efetivo


Como fazer o fluxo de caixa da sua empresa sem complicações
O cotidiano de um empreendedor é cheio de desafios. São inúmeras habilidades que devem ser desenvolvidas e que resultam em ações estratégicas e na criação de processos e ferramentas de controle de gestão.
O acompanhamento de entrada e saída de recursos financeiros (faturamento) é um desses processos e se caracteriza por um registro diário, que deve ser simplificado e ao mesmo tempo efetivo. Tem como principais funções manter as contas em ordem e auxiliar na tomada de decisões. Para esses registros, damos o nome de Fluxo de Caixa.
Com características temporais, o Fluxo de Caixa pode ser diário, semana, mensal e anual, dependendo dos processos de gestão financeira definidos pelo empreendedor para o controle do seu negócios.
Sugiro que, para o pequeno empreendedor, esse registro seja diário e, com o passar dos tempos, a partir do aumento do fluxo, possa estimar possíveis entradas e saídas.
Outro pressuposto importante para o Fluxo de Caixa é a simplicidade de lançamentos, ou seja, por se tratar de uma ferramenta que possibilita informações tempestivas para tomada de decisão, deve-se levar em conta a clareza e objetividade nos lançamentos.
Para tanto, uma sugestão é categorizar os lançamentos divididos em despesas e receitas, por exemplo: aluguéis; telefonia; salários; impostos a pagar ou restituir; e vendas à vista e à prazo. Economize: A 99 Corporativo apresenta 10 maneiras de cortar custos na sua empresa Patrocinado 
Para essa categorização, pode-se usar uma planilha de Excel criada para esse fim ou até mesmo fazer o download de muitos modelos existentes na web, de forma gratuita. Assim, simplificando o Fluxo de Caixa, são importantes as seguintes tarefas:
– Identificar o saldo de caixa no momento da montagem do fluxo;
– Projetar o fluxo, de forma que, com o aumento de vendas, possa-se prever receitas e despesas futuras (contas a pagar e receber);
– Atualizar diariamente os lançamentos, mediante qualquer movimentação com entradas e saídas financeiras;
– Ter disciplina, fator preponderante para uma boa gestão financeira, seja de pequenas, médias ou grandes empresas. Aliás, Fluxo de Caixa é uma ferramenta de gestão para qualquer natureza de atividade, inclusive de pessoa física.
Concluindo, todo processo de gestão não necessariamente deve ser complicado. A boa gestão de negócios deve ser simples, objetiva, direta e sobretudo eficaz.
Vamos exercitar o Fluxo de Caixa e até o próximo tema!
Mais informações sobre fluxo de caixa:
paulo.costa@dsop.com.br - WhatsApp: (27) 99297-4771

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Crédito consignado precisa ser associado à educação financeira

No meu dia a dia, vejo que muitas empresas oferecem aos seus funcionários a possibilidade de contratar empréstimos consignados, esperando que com esse benefício eles possam solucionar possíveis problemas financeiros que enfrentem em sua vida particular. A intenção é positiva, entretanto sempre os aconselho a refletir: será que o acesso ao crédito, por si só, é capaz de eliminar problemas financeiros?
É claro que a modalidade oferece juros baixos em comparação a outras como cartão de crédito, cheque especial e financiamentos, já que o pagamento é retido diretamente do salário do colaborador. Por isso é positiva para quem busca crédito com juros baixos. Porém, pedir crédito consignado sem ter educação financeira é um perigo.
Vamos analisar: atualmente é permitido que um colaborador comprometa até 40% de sua renda com o pagamento de dívidas consignadas, sendo 30% referente a empréstimo e 10% referente ao pagamento de fatura do cartão de crédito. Assim, após contratar o crédito consignado, a pessoa precisará reestabelecer o seu padrão de vida para viver com apenas um percentual de sua renda, que pode chegar a ser 60%.
Para quem já está com dificuldade em administrar as finanças, ter sua renda habitual reduzida de forma tão bruta pode desencadear um novo endividamento e problemas ainda maiores, virando uma bola de neve. E não tem jeito, o conflito se reflete no trabalho. A produtividade da pessoa cai, ela pode até estar presente fisicamente, mas a sua mente está preocupada com as contas. Há pessoas que chegam a pedir demissão para usar o dinheiro da rescisão para resolver a sua vida financeira.
Por isso é muito importante que, aliado ao empréstimo consignado, a empresa ofereça meios para que os colaboradores tenham educação financeira. Atualmente, muitas companhias só permitem que o funcionário tenha acesso ao crédito consignado depois que fizer um curso de educação financeira, por exemplo. Assim se combate a principal causa do problema, que é o comportamento da pessoa em relação às finanças.
Quem é educado financeiramente lida com as finanças de forma saudável e sustentável, e consequentemente leva uma vida melhor. Os reflexos são notáveis tanto na convivência em família quanto no trabalho, já que com menos problemas pessoais é possível se dedicar mais aos afazeres profissionais.
Reinaldo Domingos é doutor em Educação Financeira
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sábado, 17 de junho de 2017

ESPECIALISTAS DÃO DICAS PARA REDUZIR GASTOS COM ALIMENTAÇÃO FORA DE CASA

Diante do orçamento apertado, é preciso passar por cima de qualquer preconceito quando o assunto é reduzir gastos com comida e aprender que planejar refeições fora de casa não significa perder em qualidade ou quantidade, mas, sim, garantir que o dinheiro chegue ao fim do mês sem problemas. Escolher um restaurante mais barato, levar marmita alguns dias da semana e evitar os lanchinhos durante o dia podem ser fonte de boa economia.


Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), explica que alimentação é um item “pesadíssimo” no orçamento e reduzir gastos com lanches, por exemplo, pode dar um bom alívio nas finanças. Segundo o especialista, a alimentação consome entre 30% e 40% da remuneração mensal dos trabalhadores. Isso inclui refeições rotineiras e saídas no fim de semana. “Normalmente, não se tem muita disciplina”, ressalta.
O almoço é um dos grandes vilões do orçamento, e abrir mão de comer em restaurantes todos os dias pode fazer uma grande diferença” afirma. Domingos exemplifica: “se uma pessoa que gasta, em média, R$ 20 por dia optar por levar a comida de casa por dois dias da semana, em um ano economizará quase R$ 2 mil”. “O consumidor vai perceber o quanto tem de gastos desnecessários se fizer uma análise mais profunda. Os pequenos valores que são desprezados, muitas vezes, fazem uma diferença enorme”, afirma.
O lanchinho da tarde segue a mesma lógica do café da manhã: não é necessário gastar R$ 15 em uma padaria ou lanchonete. Se uma pessoa desembolsa esse valor com salgados, sucos e cafés durante o dia, mensalmente a despesa será de mais de R$ 300. “Controle os gastos, porque, somando o lanche em 365 dias, dá uma fortuna”, garante o presidente da Abefin.
Uma refeição completa no Brasil, incluindo o prato principal, bebida, sobremesa e café, custa, em média, R$ 32,94 por dia, de acordo com a Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert Brasil). “Se analisarmos esse preço, vemos que somente o prato custa, em média, R$ 18. Se a pessoa quer reduzir gastos, é possível abrir mão de todo o resto ou de parte dos ítens”, recomenda a diretora-presidente da Assert, Paula Cavagnari.
Analisando pelo sistema de cada restaurante, o preço do prato comercial, o famoso “prato feito”, é o mais barato. O consumidor paga, em média, R$ 28, enquanto em um estabelecimento à la Carte, o preço fica em torno de R$ 62. “O autosserviço, o popular ‘quilo’, também é bom para reduzir gastos, já que a pessoa pode controlar o que coloca no prato”, aponta Paula.
Descompasso
Até mesmo para os trabalhadores que recebem tíquete-refeição, o planejamento é necessário, pois, muitas vezes, o valor não acompanha o gasto mensal com alimentação. A atendente de lotérica Andreane Silva, 22 anos, recebe o benefício, mas o valor não chega ao fim do mês. Para não sobrecarregar o orçamento doméstico, ela leva comida de casa para o trabalho. “Meu tíquete dura apenas 15 dias, nos outros 15, preciso gastar parte do meu salário no mercado para preparar minhas refeições em casa. Como comer em restaurante acaba sendo mais caro, sempre levo marmita”, conta.
De acordo com a Assert Brasil, o comprometimento da renda com alimentação é maior para quem recebe menos. Considerando quem não recebe vale-refeição, o trabalhador que recebe até um salário mínimo compromete 82% da renda para fazer uma refeição completa de segunda a sexta-feira, durante 22 dias úteis do mês. Já, os que recebem cinco mínimos comprometeriam 17% . A pesquisa considerou o valor vigente no final de 2016, de R$ 880.
O controle dos gastos com comida fica ainda mais difícil para quem tem família. Como abrir mão de ir a um restaurante no fim de semana, após de dias seguidos de trabalho? A professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) Myrian Lund recomenda que marcar programas em casa pode ser uma boa forma de economizar nos fins de semana. “Os amigos podem combinar de cada um levar uma coisa, assim, todo mundo come e se diverte. Esses momentos são marcantes e aproximam as pessoas, além de não pesar tanto no bolso”, considera.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

POR QUE INSERIR EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS?

A situação financeira de um colaborador e sua motivação estão diretamente ligadas. Todo mundo tem problemas, no entanto, quando são de aspecto financeiro, o assunto perturba o bem-estar do indivíduo e acaba interferindo em sua produtividade no trabalho e, assim, prejudicando também as empresas.


Para evitar esse reflexo negativo, as empresas devem investir em Educação Financeira para os funcionários. Faltas constantes, pedidos de adiantamento e empréstimos e até furtos são alguns dos sinais do desequilíbrio financeiro, o que pode comprometer as atividades da área e a rentabilidade da instituição, se transformando em um ciclo sem fim.
Vale ressaltar que não adianta dar aumento de salário, benefícios e auxílios sem orientá-los como administrar os seus ganhos. Eles precisam conseguir poupar para os seus sonhos e objetivos e ajustar o seu padrão de vida à sua situação financeira. Dessa forma, as finanças serão um problema a menos na cabeça do colaborador.
Outro tópico que deve ser abordado é sobre aposentadoria. A maioria dos trabalhadores não possui uma previdência privada, o que é grave, pois depender apenas do INSS não garante uma vida tranquila e independente financeiramente. É preciso alertá-los da importância desse assunto o mais rápido possível.
O departamento de Recursos Humanos deve fazer esse trabalho, combatendo a causa para diminuir os efeitos. Para isso, é necessário desmistificar o processo de educação financeira, já que muitos possuem a percepção errônea de seu significado.
Deve-se explicar aos colaboradores que, para se educarem financeiramente, é necessário passar por uma mudança de hábitos e costumes, ou seja, de comportamento com relação ao uso do dinheiro.
Veja algumas orientações para as empresas iniciarem um programa de educação financeira:
1. Não entenda Programa de Educação Financeira para Empresas como palestras de finanças pessoais ou cursos de investimentos;
2. Trate Educação Financeira como responsabilidade social na empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa;
3. Adote critérios e oriente o funcionário antes de disponibilizar crédito consignado. É importante que o empréstimo seja consciente, para que realmente o ajude a solucionar o problema. Muitas vezes, é um alívio imediato, mas que, em poucos meses, se torna um problema ainda maior, principalmente porque seus ganhos líquidos mensais serão reduzidos em, aproximadamente, 30%;
4. Procure um programa estruturado de educação financeira, que possa se adequar facilmente aos diferentes perfis de necessidade da empresa e dos funcionários;
5. Crie campanhas de conscientização e de mudança de hábitos e costumes em relação à utilização do dinheiro;
6. Antes de decidir por um programa de educação financeira, analise toda a sua estrutura, como tempo, método, material de apoio e disponibilidade dos funcionários;
7. A educação financeira independe do salário do colaborador. Os problemas podem ocorrer, até mesmo, nos maiores salários da empresa;
8. O problema da falta de educação financeira já está intrínseco em nossa sociedade. Sendo assim, não é culpa do trabalhador;
9. A empresa que investe em um programa de educação financeira também ganha, visto que seus colaboradores trabalham com mais prazer, mais tranquilidade e buscando crescimento, pois retomam a consciência de ter objetivos;
10. Oriente os funcionários a combaterem a causa do problema financeiro e não apenas os efeitos.

Conheça o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas e veja como aumentar a produtividade da sua equipe!

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terça-feira, 13 de junho de 2017

TURNOVER: ENTENDA PORQUE ELE ACONTECE QUANDO O COLABORADOR ESTÁ ENDIVIDADO

O alto turnover é sinônimo de perda de produtividade e lucratividade, além de afetar a credibilidade com os clientes! Saiba como reverter a situação com Educação Financeira.
Turnover é um termo que representa, no setor de Recursos Humanos (RH), a taxa média entre admissões e desligamentos de colaboradores em uma empresa. Ou seja, a taxa de turnover indica como anda a saúde organizacional de uma corporação, a qual mostra se há ou não uma alta substituição de pessoas.
O que o turnover tem a ver com Educação Financeira? Tudo! “Um funcionário endividado não consegue manter o foco no trabalho, além de precisar faltar ao expediente para resolver seus problemas financeiros. Por fim, chegam ao extremo de pedir demissão para receber seus direitos e poder sanar parte de suas dívidas“, explica o educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos.
Ao mesmo tempo, rescisões contratuais, novas contratações, treinamentos do novo pessoal, entre outras ações comuns no que se refere à saída e entrada de profissionais demandam custos que, segundo estimativas, podem chegar a oito salários da pessoa desligada, o que representa um grande prejuízo para a empresa.
“Isso sem contar que a constante mudança do plantel pode acarretar na perda de conexões com clientes e, consequentemente, causar na diminuição das vendas e redução de participação da empresa no mercado”, afirma Domingos.

Como a empresa pode reduzir o turnover?

Uma opção é mostrar aos colaboradores que existem outras formas de sair e evitar o endividamento. Com o Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas, os colaboradores participarão de palestras sobre o tema e aprenderão a lidar de forma diferente com o dinheiro.
O Programa DSOP de Educação Financeira nas Empresas é totalmente flexível, adaptável às necessidades da organização, e contempla diversos benefícios tanto para a empresa quanto para seus funcionários, como maior produtividade, equilíbrio e motivação profissional, qualidade de vida, redução do estresse, contribuição positiva para o clima organizacional, melhor administração do salário, alívio da pressão financeira sobre o RH entre outros.

Aposte na Educação Financeira de seus funcionários e tenha uma boa saúde organizacional e financeira em sua empresa!

e-mail:  paulo.costa@dsop.com.br - WhatsApp: (27) 99297-4771

terça-feira, 6 de junho de 2017

Empreendedores precisam de educação financeira?