segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

"NADA PIOR DO QUE SE SENTIR ABANDONADO."

Estou fazendo um curso que nos ajuda a entender como funciona a mente através do estudo do formato do corpo, e vou compartilhar aqui alguns textos escritos pelos professores do curso.
"NADA PIOR DO QUE SE SENTIR ABANDONADO."
Essa é uma frase que só quem tem o traço de caráter oral mais alto poderia dizer e nós sabemos bem o motivo.
Pessoas que durante a fase de amamentação tiverem suas necessidades básicas atendias em excesso ou não tiverem essas necessidades atendidas, irão desenvolver o traço de caráter oral com mais força, isso vai dar para eles um corpo mais fofinho, mais arredondado e ao mesmo tempo cheinho por fora e vazio por dentro.
Essa é a dor existencial do caráter oral. Toda vez que algo acontecer, o sistema dele vai registrar esse acontecimento como abandono e essa dor vai bater com muita força bem no meio do peito.
"Tem dias que nada preenche esse vazio no meio do peito, essa vontade de chorar, deitar em um colo e ficar ali pra sempre."
Na verdade tem coisas que preenchem esse vazio, pelo menos por um momento.
Uma delas é chorar, colocar para fora sem tentar entender, apenas deixar a dor doer e se nesse momento você puder ter uma pessoa ao seu lado, uma pessoa que não te faça perguntas, que não queira entender e que não pegue a sua dor pra ela.
Mas aí a questão é... em que parte do mundo um adulto pode chorar sem ter que se explicar?
Vai sempre ter alguém por perto para dizer que você não tem motivos para chorar, que isso é frescura ou que sua vida é maravilhosa demais pra você ficar chorando.
Enquanto você ainda era criança, sempre tinha alguém por perto dizendo para você engolir o choro ou te ameaçando, dizendo que se você não parasse você ia ganhar um motivo para chorar de verdade.
É... chorar parece não ser uma opção tão boa. Qual seria a outra então?
COMER!
"Peraí... agora vocês ficaram malucos... A VIDA DE UMA PESSOA CARENTE VAI SE RESUMIR EM COMER OU CHORAR?"
Enquanto ela estiver na dor do seu principal traço de caráter, sim, essa vai ser a melhor maneira de ela sobreviver nesse "mundo de abandono".
O Corpo Explica o nível de carência de uma pessoa, explica se ela está se sentindo abandonada ou se ela sente que abandonou alguém ou alguma coisa.
Se você é "a pessoa carente" ou se você convive com alguém assim não tente "ENTENDER" o que está acontecendo. Entender e explicar não é o forte do traço de caráter oral, o forte dele é SENTIR.
O que você precisa é de um ambiente seguro para poder sentir a sua dor e em se falando de pessoas com traço de caráter oral, ambiente seguro significa ALGUÉM EM QUEM CONFIAR.
O sistema nervoso dos orais não está programado para sobreviver nesse mundo sozinho.
Temos uma pegada super determinista, quem nos acompanha sabe disso e chegou a hora de usar um pouco desse determinismo para ajudar as "pessoas carentes".
VOCÊ NÃO FUNCIONA SOZINHO (A).
Não se isole. Se você ainda não encontrou a cura para a sua dor e não tem com quem chorar, por enquanto coma, mas não fique só. Encontre alguém que te escute, não precisa nem ser alguém que se importe contigo, tem que ser alguém que te escute e nessas horas, evite as pessoas magrelas, de óculos e com formatos triangulares no corpo, nos outros emails você vai entender os motivos de evitar os magrelos (rs).
Prefira os mais cheinhos e de preferências os mais quadrados isso vai fazer você encontrar o seu ambiente seguro mais rápido.
AH... CUIDADO COM AS DIETAS.
Sempre que você estiver com fome, seu nível de carência vai aumentar... SEMPRE! Quando estiver com fome, mantenha-se em ambientes que você possa falar e uma garrafinha de água com bico "tipo mamadeira" pode te salvar em dias mais complicados.
Essas são dicas para te ajudar a funcionar melhor, mas a verdade é que se você não tratar a dor do seu traço de caráter oral e encontrar o recurso que ele te trouxe, você sempre vai se sentir abandonado, até pelo sol quando ele se pôr e sempre vai sentir que está abandonando alguém.
VOCÊ É QUEM VOCÊ PRECISA SER.
Só falta descobrir o que tem de bom nisso para ser feliz e não precisar se sentir carente tanto tempo e nem ter que comer tanto para tentar tampar esse buraco no meio do seu peito.
Para quem é “oral”, saiba que “o choro lava a alma”, mas não cura.
Uma grande abraço
Elton, Vanessa e Guilherme
#OCorpoExplica

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Organize as finanças e aumente o patrimônio após a aposentadoria


A Terceira Idade, assim como qualquer fase da vida, é cheia de mudanças no corpo e na mente. Mas ao contrário do que se ouve por aí, esta não é e nem precisa ser uma fase limitada. Muitos idosos aproveitam esse momento para curtir mais a família, realizar aquela viagem dos sonhos que não pode ser feita antes e até mesmo para fazer alguns investimentos e aumentar o patrimônio.
Mas para ter um futuro seguro e uma velhice tranquila, são necessárias algumas atitudes ao longo da vida, principalmente para quem quer manter o padrão de vida após a aposentadoria. É como afirma o provérbio grego: “o trabalho realizado na juventude traz o descanso da velhice”, então, quanto antes o patrimônio pessoal começar a ser construído, mais confortável é a Terceira Idade.
De acordo com o coach e especialista em finanças pessoais, Paulo Costa, o primeiro passo para garantir mais tranquilidade na velhice, e isso serve para todos, é ficar atento aos desperdícios cometidos em contas básicas do dia a dia, como na conta de luz; do supermercado; da padaria, etc. O segundo passo é saber dizer não. “Tenho vários clientes que se endividaram porque fizeram empréstimos para os filhos, emprestaram dinheiro a amigos e estão enrolados financeiramente em função de não saber dizer não”, conta Paulo.
O terceiro passo é ficar atento aos extratos bancários, pois muitas vezes são cobradas taxas de serviços que a pessoa nem usa. “Os valores podem parecer irrisórios mas, quando somados, representam uma quantia considerável que podia ser utilizada para outro fim”, alerta.
O especialista cita o exemplo de um cliente engenheiro que trabalhava embarcado e estava prestes a se aposentar. “Ele tinha um bom salário, mas não tinha controle de suas finanças e, portanto, foi necessário realizar um trabalho de organização financeira”, explica. O trabalho para ordenar as finanças foi rápido e eficaz. Com as contas reestabelecidas, o cliente optou por ter uma renda extra e, para isso, comprou um terreno e construiu um prédio com quitinetes e alguns pontos comerciais. “Hoje, o empreendimento dá a ele um bom rendimento adicional, além dos derivados de sua aposentadoria”, menciona Paulo.
Carros costumam ser investimentos muito comuns para as pessoas. O idoso, em especial, deve levar em conta os custos que manter um automóvel demanda: seguro, manutenção, gasolina, IPVA. “Pessoas na Terceira Idade costumam usar o carro esporadicamente para ir ao médico ou ao mercado, é importante pesar isso antes de investir em um”, recomenda Paulo, que cita o exemplo de um antigo cliente, um juiz aposentado, com mais de 80 anos, que tinha um carro que rodava muito pouco. “Ele fez as contas e percebeu que estava caro manter um carro na garagem. Colocou-o à venda e passou a utilizar os serviços de um aplicativo, os custos caíram absurdamente. Para o idoso, que não sai mais tanto de carro, é importante fazer essa conta. A grana que ele está economizando, está investindo e fazendo viagens”, argumenta.
Investimentos
Com crédito facilitado e muitos benefícios, aposentados e pensionistas representam uma parcela mais conservadora com relação a investimentos que possibilitem o aumento de seu patrimônio. Paulo conta que este grupo não quer correr riscos com relação a suas aplicações e cita a falta de informação como um dos fatores que impedem as pessoas de fazer esse tipo de investimento.
Ele relembra o caso bem-sucedido de uma cliente aposentada, que recebia apenas um salário-mínimo, e conseguiu realizar o sonho da casa própria, há três anos. Ela comprou um apartamento, na planta, de dois quartos em um condomínio fechado, em Vila Velha. Na época, o imóvel custava R$70 mil e fazia parte do programa Minha Casa, Minha Vida. Por isso, recebeu um subsídio de R$17 mil do governo, ou seja, ela pagou R$53 mil pelo apartamento. “Muita gente parte do pressuposto de que é caro e que não vai dar conta de pagar quando, na verdade, é muito mais sobre acreditar e ter informação daquilo que quer fazer”, argumenta o coach.
Às vezes subentende-se que aumentar o patrimônio é adquirir bens – investimento com baixa liquidez – quando, na verdade, a pessoa que tem investimentos em ações ou fundos de renda fixa também está aumentando o patrimônio, só que com maior liquidez. “Em caso de necessidade, é mais difícil vender ou se desfazer de um carro ou imóvel”, alerta o especialista. Por isso, é imprescindível se informar e pesar os prós e contras antes de realizar qualquer investimento.

3 passos para aumentar seus rendimentos
1 – Evite desperdícios
Economize energia, evite gastos desnecessários no supermercado, padaria, lojas, etc. Parece clichê mas quanto mais você evitar comprar o que não precisa, mais dinheiro sobrará no fim do mês.
2 – Aprenda a dizer não
É difícil rejeitar um pedido de um mimo para o neto ou de um filho que precisa de uma ajuda financeira. Mas, cuidado, pois você pode agir com solidariedade e o seu parente não ter como pagar o empréstimo. No fim, quem pode precisar de ajuda é você.
3 – Observe seu extrato bancário
Eles podem vir com algumas surpresas como a cobrança de um serviço que você nem utiliza. Podem ser de centavos ou de alguns reais que, no fim, podem resultar em uma conta alta a ser paga.
https://especiais.gazetaonline.com.br/fazpartedomeuplano/2018/11/23/organize-as-financas-e-aumente-o-patrimonio-apos-a-aposentadoria/

quarta-feira, 28 de março de 2018

Habilidades, não diplomas, definem hoje os melhores talentos, diz CEO do LinkedIn


Para Jeff Weiner, uma das práticas mais comuns dos recrutadores para analisar currículos não faz o menor sentido.

Em processos seletivos, é comum que recrutadores levem em consideração a universidade onde se formaram os candidatos — sobretudo para dar preferência aos que frequentaram as instituições mais renomadas. Para Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, tal prática não faz o menor sentido. Durante uma palestra na ASU GSV Summit, o executivo defendeu o que acredita ser importante analisar na hora de contratar alguém. Segundo ele, o LinkedIn quer alguém com paixão pelo que faz, ética, perseverança, lealdade e mentalidade de crescimento (o "Growth Mindset" sobre o qual tem se falado tanto no mundo corporativo recentemente).

"Estas são qualidades que você não vê necessariamente em um diploma", defende Weiner. "Há habilidades que tendem a ser completamente negligenciadas quando as pessoas estão examinando currículos ou perfis do LinkedIn. E, no entanto, cada vez mais, achamos que esses são os tipos de pessoas que fazem a maior diferença dentro da nossa organização."

"Cada vez mais eu ouço esse mantra: habilidades, não diplomas. Não são habilidades que dispensam diplomas. Trata-se apenas de expandir nossa perspectiva para ir além dos diplomas." Ou seja, três palavras que podem fazer toda a diferença no processo de contratação: habilidades, não diplomas. E faz todo o sentido.

"Nós nos orgulhávamos de no recrutamento ter uma lista incrivelmente curta de universidades, e muitas empresas do Vale do Silício costumavam fazer o mesmo", disse Weiner. "Certamente não estamos sozinhos. Recentemente, demos uma olhada no perfis do LinkedIn e constatamos que, entre os trabalhadores do setor de tecnologia dentro do Vale, apenas 5% deles tiveram formações não tradicionais".

Nos últimos anos, no entanto, empresas têm percebido que existe muito talento escondido — e que muitas pessoas inteligentes e apaixonadas estão desprezando o ensino superior tradicional. 
"Estamos tentando nos afastar dessa ideia de que todos na equipe de engenharia, e todos no geral, devem ter vindo de uma escola específica ou ter que ter um grau diploma", disse Weiner. "Sim, diplomas de [ciência da computação] de escolas específicas podem te levar a encontrar um talento incrível. Mas há tanto talento para ser encontrando se as pessoas estiverem abertas buscá-los em lugares diferentes." 

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/12/habilidades-nao-diplomas-definem-hoje-os-melhores-talentos-diz-ceo-do-linkedin.html 

sábado, 11 de novembro de 2017

Por que as empresas morrem?

Artigo publicado no Blog do Sebrae-ES
Abrir uma empresa é uma tarefa relativamente simples. Pode ser um pouco burocrática, dependendo do seu porte, mas não requer muito segredo para conseguir um CNPJ e se formalizar. Centenas de pessoas dão esse primeiro passo e tiram suas ideias do papel todos os meses no Espírito Santo, segundo dados da Junta Comercial do estado.
A maior dificuldade vem com o passar do tempo, quando a empresa não dá o resultado esperado, quando as contas aparecem e você percebe que está com o caixa no vermelho. A sobrevivência das empresas é um assunto delicado.
De acordo com uma pesquisa do Sebrae, das empresas constituídas em 2012, no Brasil, 76,6% das empresas sobreviveram aos dois primeiros anos de atividade. Essa mesma pesquisa mostra que os números melhoraram comparados aos anos anteriores, porém mesmo em um cenário otimista, essa média cairia para 68% até 2018.

Mas quais os motivos que levam à falência das empresas logo no início?

A pesquisa do Sebrae mostrou que, entre os principais motivos estavam a falta de planejamento, falta de capacitação e má gestão do negócio. Porém, foi identificado ainda que, muitas das empresas que fecharam, o negócio tinha sido aberto por necessidade e não por uma oportunidade.
Um outro ponto identificado foi a falta de acompanhamento rigoroso da movimentação financeira, além de não se atualizar com respeito às novas tecnologias do setor e manter produtos e serviços sem diferencial.
Podemos perceber, com isso, que não existe um fator único que explique porque as empresas fecham com poucos anos de atividade. Na verdade, é um leque de cuidados que a empresa necessita para se manter viva.
Abrir uma empresa pode ser algo relativamente fácil, mas mantê-la é uma tarefa que necessita de muito empenho, dedicação e amor pelo negócio. Empreender é superar um desafio a cada dia, é estar comprometido 24 horas com seu empreendimento, principalmente até que ele se estabilize.

E quais os passos para a sobrevivência?

Como já citado, são diversos pontos que precisam ser sempre observados para que a empresa se desenvolva e dê retornos positivos, ficando sempre no azul. Abaixo citamos alguns itens que se destacam:

- Faça um bom planejamento, de preferência, um Plano de Negócios.

Já citamos essa ferramenta diversas vezes aqui no blog, pois ela é essencial para ter uma visão atual e futura do seu empreendimento. Você conseguirá identificar seu mercado, clientes, fornecedores, concorrentes, pontos fortes e fracos, além de identificar o prazo de retorno que terá do seu investimento.

- Tenha atenção às finanças da empresa.

É fundamental manter o controle financeiro do que entra e sai na sua empresa. Você precisa ficar atento às movimentações financeiras, capital de giro, fluxo de caixa e gestão dos estoques de seus produtos. Só assim poderá saber se a empresa está sendo ou não lucrativa.

- Invista em capacitação.

O empreendedor que busca capacitação está sempre à frente daquele que não se capacitou. Conhecimento é sempre bem-vindo, então mantenha-se atualizado sobre os assuntos pertinentes ao seu negócio e também ligados à gestão para garantir o crescimento da sua empresa. Lembre-se também de capacitar sua equipe e mantê-la sempre motivada.

- Fique de olho nas novidades do setor.

Independente do setor, as novidades não param de surgir. Procure estar sempre informado sobre as inovações tecnológicas ligadas ao setor em que atua, como novos softwares e aplicativos. Fique ligado também às tendências e mudanças de comportamento dos seus clientes, além de ficar de olho nos seus concorrentes para saber o que eles estão fazendo.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Richard Thaler ganha Nobel de Economia em 2017 por unir economia e psicologia

Quando dois mais dois não é igual a quatro!
Economia não é Matemática, declarou o norte-americano, Richard Thaler, de 72 anos venceu o Nobel por suas contribuições para a economia comportamental.

Thaler disse nesta segunda-feira, após o anúncio do prêmio, que a premissa básica de suas teorias é: "Para fazer uma boa economia, você deve ter em mente que as pessoas são humanas".

No anúncio da premiação, a Academia Real Sueca de Ciências, organizadora do Prêmio Nobel, afirmou que Thaler construiu uma ponte entre as análises econômicas e psicológicas da tomada de decisão individual. "Suas descobertas empíricas e suas ideias teóricas têm sido fundamentais para criar o novo campo de economia comportamental e em rápida expansão, que teve um impacto profundo em muitas áreas de pesquisa e política econômica".

Thaler é considerado um dos grandes nomes da economia comportamental, que estuda como o pensamento e as emoções afetam as decisões econômicas individuais e o comportamento dos mercados.

FALATA DE AUTOCONTROLE

Thaler também lançou luz sobre as resoluções de Ano Novo que podem ser difíceis de serem concretizadas. Ele mostrou como analisar os problemas de autocontrole usando uma espécie de planejador, que é semelhante aos métodos que os psicólogos e os neurocientistas usam para descrever a tensão interna entre o planejamento de longo prazo e a execução de curto prazo.

Thaler ainda foi citado por ter deixado a economia “mais humana”. Professor na Universidade de Chicago, nos EUA, ele mostrou como os traços humanos afetam sistematicamente as decisões individuais, bem como os resultados do mercado.

A teoria de Thaler descreve como consumidores e investidores tomam decisões econômicas a partir de processos psicológicos.

Thaler se especializou na análise dos comportamentos econômicos, seja no momento de fazer compras no supermercado, seja na hora de aplicar bilhões nos mercados financeiros.
O economista demonstrou como algumas características humanas, entre elas os limites da racionalidade e as preferências sociais, "afetam sistematicamente as decisões individuais e as orientações dos mercados"

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

É IMPOSSÍVEL AGRADAR PESSOAS COM MENTALIDADE POBRE


É impossível agradar às pessoas com mentes pobres.
- Dê- lhes algo de graça e vão pensar que é uma armadilha.
- Diga que é preciso um pequeno investimento, e dirão que não ganham muito.
- Convide-os para investir em suas mentes, e te respondem que o farão quando tiverem dinheiro.
- Convide-os para investir em algo grande, e dirão que não tem dinheiro.
- Convide-os para experimentar coisas novas, e dirão que não sabem como fazer isso.
- Convide-os para fazer um negócio tradicional, e dirão que é difícil de fazer.
- Diga que é um novo modelo de negócio, e dirão que é uma farsa.
- Diga para que administrem uma loja, e dirão que não há liberdade nisso.
- Diga para iniciarem um novo negócio, e dirão que não tem experiência.
Os pobres falham devido a um comportamento comum: a sua vida inteira, trata-se de esperar e esperar. Esperar um emprego melhor, esperar a oportunidade certa, esperar ganhar na loteria, esperar o companheiro ideal, esperar mudar de casa, esperar mudar de cidade, esperar o mundo mudar. O mundo não muda. VOCÊ MUDA.

www.paulocostapalestrante.com.br

quinta-feira, 29 de junho de 2017

EMPRESÁRIO ENDIVIDADO

O QUE VOCÊ VAI LER ABAIXO É UMA HISTÓRIA REAL


Entenda como um empresário, com um negócio próspero, conseguiu transformar um faturamento anual de R$ 2 milhões em uma dívida de R$ 750 mil

Ontem a noite conversei por quase 2 horas com um empresário que conheço de longa data e o ajudei em sua ascensão profissional. Vou contar parte de sua história e usar o pseudônimo "João" para guardar a sua privacidade, mas com a sua autorização, vou compartilhar abertamente o seu problema porque seguramente esta patologia é vivida por muitas pessoas, em diversos níveis sociais e em todo mundo. 

Nos últimos 15 anos, João que começou o seu negócio do ZERO e com muita luta, conquistou o sucesso, cresceu financeiramente e viu o seu projeto florescer, conquistando muito prestígio no meio social em que vivia. Neste mesmo período, enquanto o seu negócio prosperava, até hoje, João também gastou mais de 12 milhões de reais e atualmente, pelo seu estilo de vida, o seu patrimônio foi reduzido a ZERO. Desculpe-me, mas pra ser mais preciso, o seu patrimônio na realidade atualmente é uma dívida de aproximadamente 750 mil reais.

As 2 empresas do João, que têm um excelente produto e um faturamento de mais de 2 Milhões por ano, têm fechado o resultado de um fluxo de caixa MENSAL negativo que já ultrapassou o valor de 50 mil reais. Isso porque além dos custos operacionais regulares, as empresas estão com gastos excessivos, o que inclui um gasto mensal adicional de 30 mil reais, relativo aos empréstimos bancários e parcelamentos de impostos atrasados, dívidas contraídas também para bancar o seu estilo de vida.

João tem 43 anos, casado há quase 20, tem dois filhos adolescentes e é uma pessoa honesta e trabalhadora. Então como ele conseguiu se meter nessa situação depois de ter ganho tanto dinheiro e construído um negócio tão promissor? 

Eu conheço muito bem esta família e o seu negócio. Posso lhe assegurar que não estamos falando de um problema mercadológico que a sua empresa pudesse estar atravessando, mas única e exclusivamente de um problema relacionado ao seu estilo de vida. 

João não é dependente químico, não sustenta amantes famílias em paralelo, não é viciado em jogo e nem perdeu o seu dinheiro na Bolsa de Valores. E como conheço de perto e acompanho, buscando ajudar, esta família há muito tempo, há muitos anos João é viciado numa droga que afeta a todas as camadas da sociedade. Ricos e pobres de todas as raças e credos a cada dia têm sofrido muito pelos efeitos destrutivos deste psicotrópico devastador chamado CONSUMISMO.

Não estou me referindo a um consumo consciente ou ao desejo legítimo por experimentar novos produtos, considerando inclusive que este é um dos motores da economia, mas sim a um exagero doentio, o que estou classificando como consumismo. Apesar de não ser psicólogo, pela minha experiência em mais de 20 anos formando executivos e empreendedores, pude observar em inúmeros casos que o consumismo é uma séria patologia comportamental que faz com que o indivíduo, sem que ele tenha a consciência clara desta condição, consuma de forma desenfreada produtos ou serviços sem a real necessidade dos mesmos. 

Observei que muitas podem ser as razões para este comportamento, como por exemplo, preencher um vazio decorrente de quadros depressivos, por necessidade de aceitação social, o que neste caso, grifes e marcas passam a ter uma enorme importância, falta de autoestima, dentre outras razões que podem dar origem a um comportamento extremamente consumista. Este estilo de vida é rapidamente assimilado por toda família que passa associar a sua felicidade ou autoestima ao consumo de produtos, seja um novo modelo de celular, um novo carro, roupas de moda, viagens que os amigos fazem, bolsas, sapatos, novos modelos de computador, compras excessivas no supermercado, em restaurantes, além de parentes que, atraídos por este estilo de vida acabam participando dessas orgias do consumo bancado pelo filho ou filha que de repente ficou rico(a). Tudo isso fomentado por excessivo tempo assistindo TV ou internet, onde todos são alimentados e bombardeados pelos estímulos da propaganda. 

Este problema não é privilégio dos ricos. Como disse, é um estilo de vida que se manifesta em todas as camadas da sociedade. Nas classes mais baixas, os cheques pré-datados, promoções relâmpagos, representam "oportunidades" imperdíveis que fazem com que o indivíduo mergulhe na escravidão do cartão de crédito, cheque especial e dos empréstimos extorsivos de instituições financeiras e até de agiotas. Como consequência, passará toda a vida pagando contas sem evoluir. Sempre terá pose de bacana com a sua TV LCD, TV a cabo com per per view, e o seu carro financiado em 80 prestações, mas terá a sua caixa de correio sempre lotada de cartas de cobrança.

Eu poderia me alongar muito neste tema, mas vou resumir. O segredo básico para construir uma vida próspera é simples: GASTAR MENOS DO QUE GANHA. Um sintoma muito comum do início da dependência da droga do consumismo pode ser observado em frases do tipo: "Mas é impossível viver gastando menos do que eu gasto. Eu ganho muito pouco". Outra muito comum, dita por aqueles que já estão num estágio mais avançado é: "Pra que vou guardar dinheiro? Eu não sei nem se vou tá vivo amanhã…" ou para justificar o seu estilo de vida, tentam desqualificar o conselho de gastar menos do que ganha, argumentando de forma apelativa assim: " Diz isso pra quem ganha um salário mínimo"... Os sintomas psíquicos do consumismo são muito sutis e são sempre acompanhados desses argumentos auto-convincentes, muito parecidos com a forma que também se observa no comportamento de indivíduos com alguma dependência química.

Pra você prosperar, poder ajudar outras pessoas e acumular capital para poder investir numa real oportunidade de negócios, é necessário estar livre do consumismo, livre desta escravidão psíquica, com a sua família saudável e pronta para construir um futuro promissor. Isso porque o consumismo visa sempre o imediato em detrimento do futuro, mas para construir um projeto promissor, o foco deve estar no futuro, investindo o seu presente para construí-lo. Consumismo e prosperidade são inimigos, percebeu?

Para finalizar, e o que vai acontecer com o João? Bem, infelizmente ele e toda sua família vai arcar com as consequências do estilo de vida em que viveram até hoje. Eu estou o ajudando a fazer um plano de longo prazo para sair dessa, além de recomendá-lo um tratamento psicológico com toda família. Se ele tiver disciplina e humildade, com muito trabalho, tenho a certeza que vai virar o jogo. Do contrário, o buraco só vai aumentar, transformando-se num poço sem fundo. As consequências neste caso seriam incalculáveis.

Para os que esperavam um final feliz, desculpe-me desapontá-lo. Fica aqui o exemplo do quão grave e o quanto o consumismo pode fazer uma família sofrer.

Se você se identificou com alguma parte desta história, não pague pra ver e peça ajuda imediatamente para um amigo, pessoas de confiança ou até ajuda profissional. Do contrário, tenha a certeza de que você poderá pagar muito caro.

Artigo de Flávio Augusto da Silva publicado no site http://www.administradores.com.br

Eu Paulo Costa, Consultor e Coach Financeiro há mais de 15 anos, já vivenciei histórias como esta com alguns clientes que me procuram, e que felizmente conseguiram dar a volta por cima e tornar as suas empresas lucrativas, recuperaram a qualidade de vida, a paz e a tranquilidade financeira.
www.paulocosta.com.br